segunda-feira, 25 de abril de 2011

Leadership: More than management, it's about change


Although bringing results is a paramount goal to all corporate branches, there is only one person that is able to provide perspectives and point out where the company must head to: a leader, a beacon of a brighter future.

As atividades de gerenciamento aumentam exponencialmente e correspondem à sofisticação de que o meio empresarial se reveste a cada dia. Muitas das tarefas de um manager (gerente) são bastante desafiadores, mas com um ponto em comum: elas operacionalizam soluções aos objetivos traçados pelas empresas. Downsizing (redução de pessoal), cost cutting (redução de custos), networking (a implementação das redes sociais) e business partnerships (parcerias comerciais) são alguns exemplos de tais metas a serem alcançadas.
Porém, quando se fala em traçar objetivos, ou bem se usa a voz passiva sem agente especificado, ou bem este agente aparece despersonalizado. Quem, afinal, determina a direção que o meio corporativo segue? Por trás de tais decisões, aparece a figura do líder.
Segundo Kurt Lewin, existem três tipos de liderança: o authoritarian / autocratic leader (o líder autocrático), o participative leader (líder democrático) e o delegative leader (aquele líder que sabe distribuir tarefas e confiar responsabilidades, um arauto do free reign).
Não ao acaso existe um uso indiscriminado de palavras de origem grega para descrever os líderes atuais. Os estilos de liderança guardam relação aos regimes de governo da Antiguidade clássica e cada um deles comporta vantagens e pontos fracos.
O primeiro estilo, autoritário, não deve ser confundido com uso abusivo de poder (plainly bossing people around). A maior vantagem é a de resolver problemas e crises que exigem solução rápida e eficaz, mas pode dar azo a um clima mais estressante no work environment (ambiente profissional).
Já o estilo participativo convida os profissionais a discutirem com o líder a solução de problemas, sem que isso represente um sinal de debilidade à autoridade do líder. Contudo, talvez não seja o melhor matiz de liderança para situações periclitantes. Por fim, o estilo delegativo é aquele que permite a tomada de decisão pelos profissionais com base na confiança. Estigmatizado em primeiro plano pelo liberalismo do Adam Smith nas auras do mote laissez-faire, laissez passer, este último modo de liderar não dispensa, todavia, certa hierarquização e requer controle final pelo líder. Liderança é um talento que, quer nato, quer desenvolvido pela prática profissional, não se apresenta genuína facilmente. Felizmente, as empresas hoje procuram mais do que gerentes, elas valorizam o recurso humano com potencial para assumir as maiores responsabilidades no futuro.

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