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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Talentos e o futuro de sua empresa


Keeping talented employees inside the organization is the key to assure the future of the company.

Sem profissionais com habilidades extras o destino de seu negócio será basicamente o crescimento moderado, a estagnação ou o declínio até o desaparecimento, e o que é pior: tudo a custa de muito esforço. A criação de talentos dentro da organização é, portanto, uma questão que assegura o futuro da empresa. Este processo é feito basicamente a partir de desafios. São eles que estimulam os profissionais a se desenvolverem. Quanto mais percebe sua capacidade de enfrentar e superar desafios, mais interesse o profissional desperta por novas habilidades. É este desenvolvimento em suas várias dimensões que formam o talento do profissional e torna-o valioso para a empresa. A criação dele começa, portanto, com a habilidade de se criar desafios e saber alinhar os propósitos do profissional ao da empresa.

Entretanto, uma vez criado, o próximo estágio que se impõe é a retenção deste profissional nos quadros da organização. Neste ponto é importante observar que as pessoas não se demitem das empresas, demitem-se de seus líderes. O indivíduo sabe que, do mesmo modo que teve de se esforçar para lapidar seus talentos, a empresa teve uma contribuição decisiva não apenas proporcionando-lhe o emprego, mas treinamento e desafios para seu crescimento. Entretanto, o empresário não deve esperar reconhecimento por isso. Muitos se desiludem por achar que pelo fato de terem investido valores e tempo no desenvolvimento do empregado, este lhe deve lealdade ou mesmo compromisso para manter-se em seu posto por um tempo que represente o retorno sobre o investimento no treinamento. A realidade é que as pessoas, para ficarem na empresa, devem perceber que são respeitadas, pagas adequadamente e que possuem futuro. Por esta razão que se deve ter um profundo interesse em se manter antes de mais nada um clima organizacional positivo a partir do respeito por todos seus liderados. Além disso a empresa deve ter ações constantes para o crescimento. É a falta de crescimento que gera dúvidas sobre as possibilidades de futuro do profissional dentro da empresa. Quando se tem de forma permanente o crescimento como meta, os desafios automaticamente ficam cada vez maiores, realimentando o ciclo.

Contudo, se você decide pagar menos a seus funcionários para ter dinheiro para treiná-los, é melhor nem fazer o treinamento. Salários não são determinados pelo quanto você investe na formação de seu empregado, pelo prestígio de sua marca ou mesmo por seu carisma. Salários são determinados primordialmente pelo mercado. O melhor que a empresa pode fazer é pagar em acordo com ele e preocupar-se de forma constante e consistente com a formação de seus líderes. Eles são os principais responsáveis pela perda de talentos na organização devido, acima de tudo, a sua pouca formação em habilidades de liderança e que muitas vezes foram aprendidas de forma empírica e quase sempre inadequada. Não é raro nos workshops de liderança que ministro ver líderes que não sabem dar um feedback, fazer o follow up, delegar ou ao menos se comunicar apropriadamente com seus liderados. Não há como se criar e reter talentos com executivos sem as habilidades mínimas de liderança.

Gerar desafios constantes alinhando propósitos empresariais e pessoais, pagar salários de acordo com o mercado e desenvolver continuamente seus líderes são ações que aumentam as possibilidades de se criar e reter talentos na empresa. São eles que garantem o futuro da organização.

Silvio Celestino
Alliance Coaching

terça-feira, 24 de maio de 2011

Wall Street Institute patrocina palestra sobre “Como ser um Líder-Coach”

No dia 1º de junho, o Wall Street Institute, em parceria com a Alliance Coaching, promovem o workshop “Como ser um Líder-Coach” com Sílvio Celestino.

O tema “coaching” vem ganhando espaço cada vez maior entre as grandes corporações. Um bom líder deve saber gerenciar não apenas os seus negócios mas também as pessoas que fazem a empresa ir para a frente. Ele deve ter em mente qual é o objetivo maior da empresa e, ao mesmo tempo, saber delegar, motivar, acompanhar e exercer as suas funções com consciência, inclusive a de formar novos líderes competentes.

Sílvio Celestino é sócio fundador da Alliance Coaching, empresa especializada em treinamento de executivos, e possui ampla experiência em liderança e cultura organizacional. É autor dos livros “Conversa de Elevador – Uma Fórmula de Sucesso para sua Carreira” e “Diversity in Coaching – Working with Gender, Age, Culture and Race”.



Os senior partners da Alliance Coaching, Silvio Celestino, Pablo Aversa e Alexandre Rangel, contribuem mensalmente com a coluna “Coaching: you first” no Networking Club, jornal online do Wall Street Institute com temas variados.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Coaching: a tricky conundrum between head hunting and human resources


Have you ever had a hard time making decisions? Most of us have. Companies and managers alike are in constant need of being reassured, in order to take the right path and preserve the commitment to excellence. The key for wisdom is coaching.

Hoje em dia, muito se diz sobre a necessidade de constante aperfeiçoamento em prol do desenvolvimento profissional. Sobretudo, é preciso considerar que a tarefa de gerenciamento e desenvolvimento dos recursos humanos (human resources management and improvement) não apenas aquilata habilidades profissionais, mas precisa primeiro suprir falhas na formação do profissional (flaws in the professional's background). A tal ponto se agrava este problema que a atividade de head hunting (a busca pelos melhores talentos) é complementada pelo coaching, atividade que pretende orientar o profissional em relação a seus objetivos, aos da empresa e à sua capacidade de team work (trabalho em equipe).
Diversos social clubs, aulas diferenciadas do Wall Street Institute que simulam “real life situations”, espelham business meetings and job interviews (respectivamente: reuniões de negócios e entrevistas de emprego) e são amostragens do coaching. O site www.internationalcoachingcommunity.com acrescenta muitas informações sobre esta atividade que visa a orientação profissional especializada, com especial destaque para o corporate coaching. Não apenas pessoas, mas também empresas revêem filosofias de atuação e modelos de desenvolvimento, um processo fundamental para o sucesso.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Dê feedback positivo

Never underestimate the power of positive feedback.

Nunca subestime o poder do feedback positivo. Somos rápidos para apontar os outros quando fazem algo de errado, mas algumas vezes esquecemos de reconhecê-los quando fazem a coisa certa. Dar feedback positivo pode ser uma poderosa ferramenta para motivar os funcionários. Veja como utilizá-la da melhor forma possível:

1. Dê agora: Feedback positivo é importante demais para deixá-lo “para depois”. Diga algo imediatamente;

2. Faça-o publicamente. Enquanto o feedback negativo deve ser dado em privado, o feedback positivo deve ser dado publicamente. Dê na fente de grupos tão grandes quanto merecido;

3. Seja especifico. Não diga apenas: “Bom trabalho, Selma.” Ao invés disso, diga algo do tipo: “Haroldo, esse novo procedimento que você desenvolveu para encaminhar as solicitações de serviço realmente melhorou a satisfação de nossos clientes. Obrigado pela importante contribuição.” ;

4. Faça dele um grande acontecimento. Você não quer mobilizar a empresa inteira a todo momento em que você dá feedback positivo, mas não deixe de criar tanta cerimônia quanto a iniciativa merece;

5. Considere quem recebe. É importante considerar o sentimentos da pessoa que está recebendo o reconhecimento. Para alguém que é muito tímido, pensar nele em frente a sua equipe de trabalho é provavelmente o mais adequado. Para uma outra pessoa, talvez pendurar uma faixa, balões e bandeirolas seja apropriado;

6. Faça com frequência. Não espere pelos grandes sucessos. Celebre os pequenos também;
7. Faça de forma diferenciada. Grandes sucessos necessitam de grandes reconhecimentos. Pequenos sucessos precisam de reconhecimentos menores. Se você fizer uma festa para cada pequeno êxito, você diminui o efeito dela num grande êxito;

8. Seja sincero. Não reconheça alguém por aparecer na hora marcada. Não parabenize alguém por apenas ter feito o seu trabalho. As pessoas vão perceber claramente o que você faz. Fale do coração quando você der feedback positivo.

Pablo Aversa

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Workshop: "Transformando o tempo em seu aliado"

No próximo dia 26 de maio, quarta-feira, o Wall Street Institute oferecerá mais um workshop em parceria com a Hera Investimentos, o Shopping Nações Unidas e o restaurante Caluma. O evento será dado por três grandes profissionais da área de coaching: Alexandre Rangel, Silvio Celestino e Pablo Aversa. Como tema principal, o coaching para a eficácia gerencial.

Durante o evento os palestrantes ensinarão os participantes a diferença entre o que é importante e o que é urgente e entre eficiência e eficácia. Darão também importantes conceitos sobre planejamento e preparação gerencial, organização pessoal e auto-disciplina, delegação e, finalmente, sobre a dificuldade que todos temos em dizer não.

O workshop, diferentemente das atividades oferecidas na escola, será oferecido em português, e todos os presentes* receberão um nível intensivo de business English para cursar em uma de nossas unidades.

Se você ainda não está inscrito nesse evento, visite a página www.wsischool.com.br/inscricao e faça seu cadastro. A participação é gratuita, porem limitada a 50 lugares.

Veja abaixo o vídeo com os palestrantes.