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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Don't just learn. Have some fun!


It sounds just like one more English teacher's joke but it's not! Having fun is the best way to learn anything efficiently. And regarding the English language you won't lack of opportunities.

Quantas vezes você já não se parou pensando em quanta informação “inútil” você consegue armazenar, enquanto a informação “útil”, como aquele e-mail que seu chefe mandou que enviasse impreterivelmente essa manhã (e que você não mandou), fica perdida em algum cantinho do seu inconsciente? É fato que armazenamos informações muito mais facilmente quando fazemos algo que nos dá prazer. Aquele e-mail era importantíssimo, mas qual a relevância dele para você como ser humano? Entretanto, a piada que seu colega contou nesta mesma manhã pode lhe render muitos sorrisos mais tarde, durante o happy hour.
A não ser que uma pessoa more em Marte ou em outro universo longe da Terra, ela está em constante contato com o inglês, seja na televisão, nos filmes, na música, nos produtos que consumimos, tudo possui algum tipo de conexão com a língua inglesa. Por que não procurar, então, fazer estas mesmas coisas que te dão prazer e que podem, ao mesmo tempo, lhe render um vocabulário extra, uma expressão nova, um phrasal verb, além da própria diversão? Lembre-se de que antes de se especializar na área de Business, Medicina etc, o vocabulário básico e a capacidade de se comunicar eficientemente são imprescindíveis e os meios de comunicação são o glossário mais completo e atualizado (e mais barato) da língua inglesa ao qual temos acesso.
Então, não pense que todo professor é igual só porque todos eles dizem a mesma coisa. É provável que todos eles tenham aprendido da mesma forma: fazendo algo de que gostavam muito. E se estes hoje são professores da língua por opção, pode ter certeza de que existe uma razão para tal e de que a diversão contou e conta muito no profissional que ele é hoje, e da mesma forma pode contar para você também.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Useful Business vocabulary


We've been living in a world that is constantly changing. It affects companies differently. Some of them can enjoy these changes and grow becoming stronger and more profitable but some others can´t adapt and start losing their assets up to the point they have to shut their doors. Find below some useful expressions you might need when talking about this topic.

Nesta edição, buscaremos elucidar algumas dúvidas no que diz respeito a expressões utilizadas em inglês para falar sobre alguns assuntos específicos da área de negócios. Em uma empresa existem dois tipos de bens: aqueles que tem como finalidade o comércio, a negociação e os bens que a empresa possui e que são de uso da mesma para as atividades de rotina. A estes bens damos os nomes de CURRENT ASSET e FIXED ASSET. Quando nos referimos a algo utilizando o termo ASSET, queremos dizer que aquilo faz parte do patrimônio de uma empresa.
Outra situação muito comum hoje no mundo dos negócios é vermos o surgimento de novas empresas ao mesmo tempo em que tantas outras encerram suas atividades devido a dificuldades financeiras. Para tratarmos deste assunto, também é interessante que tenhamos em nosso repertório algumas expressões específicas. Quando uma empresa está passando por uma crise financeira e corre o risco de enfrentar uma situação de falência, podemos fazer uso do termo JEOPARDY. “The company is
in jeopardy” ou ainda “Our business is in jeopardy”. Com estas frases estamos afirmando que a empresa ou os negócios estão em risco. JEOPARDY, em inglês, traz a idéia de risco. Podemos também afirmar: “These actions can jeopardize the company”. Neste caso, entendemos JEOPARDIZE como colocar em risco.
Outro adjetivo muito comum é BANKRUPT. Este termo é utilizado para afirmarmos que uma determinada empresa encontrou sua falência. “Our company is bankrupt” = Nossa empresa está falida. Podemos também utilizar a palavra BANKRUPTCY que seria o mesmo que falência. Podemos ainda utilizar o verbo TO CRASH, que é muito comum no meio dos negócios quando falamos/tratamos de crises financeiras. “That big company crashed last week” = Aquela grande empresa quebrou na semana passada.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Idioms: time related


To enrich your fluency and build on your knowledge it is recommended to get familiarized with common idioms and expressions in English. In this edition we look at the following idioms related to: time, to be early, and to be late for something.

Para enriquecer a sua fluência é importante ter um conhecimento em ditados e expressões que são usadas no dia a dia. Nesta edição, vamos focar em expressões relacionadas a: hora, chegar cedo para algo e chegar tarde para algo.

Time flies = Essa expressão é usada quando estamos fazendo alguma atividade da qual gostamos e o tempo parece passar extremamente rápido enquanto a executamos;
Time is money = Essa expressão quer dizer que tempo tem valor ou que vale dinheiro. Não desperdice tempo;
The early bird catches the worm = O passarinho que acorda cedo pega a minhoca, então quem quer conseguir algo tem que chegar cedo ou antes de todo mundo para atingir o sucesso;
If you snooze you loose = Quem fica dormindo acaba perdendo, ou seja, é preciso agir rápido com uma idéia ou outra pessoa fará antes de você;
Time is on our side = Não precisa fazer com pressa. Quem quer comunicar que tem tempo suficiente para atingir uma meta ou terminar um projeto usa essa expressão;
Better late than never = Antes tarde do que nunca, ou seja, melhor atrasar-se com uma tarefa ou prazo, do que nunca cumprir suas obrigações;
Bright and early = A primeira coisa a se fazer pela manhã.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

What's the matter with translations?


Most problems Brazilian students of English face are related to the way they form the sentences. Brazilian people have a natural tendency to try to translate everything from Portuguese to English, and most of the times, instead of helping, this causes more problems.

Podemos destacar alguns exemplos bem fáceis de lembrar. Até alunos de níveis pré-intermediários costumam dizer “Has a bed in my bedroom”, traduzindo literalmente “Tem uma cama no meu quarto”; no entanto, a forma correta é “There is a bed in my bedroom”.
Outro erro comum ocorre quando tentamos adjetivar palavras conhecidas, usando cores ou aspectos positivos, por exemplo: “I have a car blue” ou “I have a blue car”? “Woman pretty” ou “pretty woman”? (Basta lembrar da música!). Em inglês, os adjetivos sempre vem antes do substantivo e a ordem em que aparecem varia de acordo com o tipo de qualidade que apresentam. Cores, por exemplo, ficam sempre mais perto da palavra que adjetivam.
Do nível intermediário em diante, a situação só piora. Você provavelmente já tentou traduzir uma sentença no Present Perfect Continuous e ficou indignado ao descobrir que “I've been working here for two years”, literalmente, seria transformada em “Eu tenho estado trabalhando” e não em “Eu trabalho aqui há dois anos”.
Por isso, ao aprender uma estrutura nova, tente memorizar seu uso diretamente em inglês, seja com exemplos, seja com situações em que ela poderá ser útil, sem tentar transportá-la para sua língua materna. Isso evitará confusões de sentido e você terá mais estímulo para usar formas mais complexas em conversas. The more you speak, the better your English gets!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

The wrong use of PAST is past


Speaking good English is tricky sometimes. We must spend some time learning some new expression in order to avoid going through embarrassing situations when using the English language.

Olá caros leitores. É com imenso prazer que retornamos com mais uma edição de nosso jornal. Hoje, gostaria de tratar de um erro muito comum cometido entre alunos que aprendem inglês como uma segunda língua. Em nosso idioma, a língua portuguesa, é muito comum utilizarmos o verbo PASSAR para uma infinidade de situações. Podemos, por exemplo, dizer que vamos passar a noite fora, passar roupas ou passar por uma situação difícil. Como vimos, um verbo de amplo uso, porém isto faz com que falantes da língua portuguesa, quando estão falando inglês, cometam alguns erros que podem vir a ser bem graves.
O verbo TO PASS não é tão amplamente usado em inglês quanto em português. Dizemos por exemplo: “Vou passar a noite trabalhando”. Neste caso, em inglês, não utilizamos TO PASS e sim TO SPEND. I'll spend the night working. O verbo TO SPEND é utilizado dando a idéia de que uma determinada quantidade de tempo será utilizada para algum fim. Em português, também é comum dizermos:
“Eu passei por uma situação constrangedora”. Diríamos a mesma frase em inglês da seguinte forma: "I went through an embarrassing situation". A expressão TO GO THROUGH (neste caso, utilizado no passado) nos diz que alguém enfrentou uma determinada situação, geralmente tendo uma experiência não muito agradável. Bem, agora vamos ao mais simples de todos: passar roupas; tarefa esta que tanto nos desagrada. Jamais devemos pensar em utilizar o verbo TO PASS neste caso. Seria considerado completamente errado. Utilizamos, neste caso, o verbo TO IRON. I have to iron my shirt = Eu tenho que passar minha camisa.
Façam bom uso destas dicas. Elas com certeza farão com que você não PASSE por situações complicadas quando tiver de usar o inglês.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Depoimento de Magda Rosa

Começar a estudar no Wall Street Institute foi a melhor escolha que eu fiz. Os professores são extremamente capacitados e estão sempre disponíveis para auxiliar os alunos. Juan e Dessie são exemplos de excelentes professores e que em pouco tempo colaboraram muito com o meu desenvolvimento. Com flexibilidade de horários, posso escolher a melhor hora para estudar. O ambiente descontraído, a capacidade dos professores, a flexibilidade de horários e as ótimas aulas são os valores que garantem o desenvolvimento do aluno.

Magda Sharon Okumura Rosa
Student, Wall Street Institute, Vila Olímpia

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Abaixo a quarta parede!


For years we have seen that same old traditionalist vision of the teacher as the master, owner of the absolute truth, and the student as the pupil, the one whose only purpose is to listen and agree. Even thought new techniques are being applied in order to change this scenario the biggest barrier is carved deep inside student's and teacher's subconscious.

Quando se trabalha com cursos de idiomas voltados para adultos, é comum sentir a frustração que toma conta daqueles que precisam começar do zero. Aprender uma nova língua é um processo longo e requer prática. Na nossa vida, entretanto, tudo é para ontem e tudo precisa ser feito o mais rápido possível, afinal seu emprego pode depender disso.
Professores e alunos distinguem-se meramente pela sua intenção. Um deseja adquirir os conhecimentos do outro. Porém isso não significa que um não possa aprender e o outro não possa ensinar e vice e versa. Imagine o que poderíamos aprender com um aluno que é especialista em Astronomia? O que vemos são alunos que, frente à dificuldade de se expressar corretamente em inglês, não se comunicam naturalmente, com medo de errar estrutura, pronúncia etc. O que fazer? A solução é derrubar a quarta parede.
No teatro, a quarta parede é a parede imaginária que separa o ator de seu público e que, na realidade, não passa de uma divisão simbólica que impede o público de
Intervir na peça. Derrubar a quarta parede significa colocar professores e alunos no mesmo nível hierárquico, não por terem o mesmo conhecimento da língua inglesa, mas porque ambos tem conhecimentos distintos suficientes para aprender um com o outro. A intenção é que a aconversa flua, que seja agradável para ambas as partes, sem preocupar-se em falar corretamente (afinal, ninguém inicia um estudo sabendo de tudo desde o início). A conversa de igual para igual torna o ambiente mais agradável, menos inibidor e, portanto, absorvemos melhor o que escutamos, logo aprendemos de forma natural como em uma conversa entre amigos.
Lembra do aluno que é especialista em Astronomia que citei a pouco? Um dia, seu professor de inglês poderá ter o prazer de escutá-lo ministrando uma aula de Astronomia toda em inglês. Pode ter certeza que será uma experiência única, tanto para o professor quanto para o aluno.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Leadership: More than management, it's about change


Although bringing results is a paramount goal to all corporate branches, there is only one person that is able to provide perspectives and point out where the company must head to: a leader, a beacon of a brighter future.

As atividades de gerenciamento aumentam exponencialmente e correspondem à sofisticação de que o meio empresarial se reveste a cada dia. Muitas das tarefas de um manager (gerente) são bastante desafiadores, mas com um ponto em comum: elas operacionalizam soluções aos objetivos traçados pelas empresas. Downsizing (redução de pessoal), cost cutting (redução de custos), networking (a implementação das redes sociais) e business partnerships (parcerias comerciais) são alguns exemplos de tais metas a serem alcançadas.
Porém, quando se fala em traçar objetivos, ou bem se usa a voz passiva sem agente especificado, ou bem este agente aparece despersonalizado. Quem, afinal, determina a direção que o meio corporativo segue? Por trás de tais decisões, aparece a figura do líder.
Segundo Kurt Lewin, existem três tipos de liderança: o authoritarian / autocratic leader (o líder autocrático), o participative leader (líder democrático) e o delegative leader (aquele líder que sabe distribuir tarefas e confiar responsabilidades, um arauto do free reign).
Não ao acaso existe um uso indiscriminado de palavras de origem grega para descrever os líderes atuais. Os estilos de liderança guardam relação aos regimes de governo da Antiguidade clássica e cada um deles comporta vantagens e pontos fracos.
O primeiro estilo, autoritário, não deve ser confundido com uso abusivo de poder (plainly bossing people around). A maior vantagem é a de resolver problemas e crises que exigem solução rápida e eficaz, mas pode dar azo a um clima mais estressante no work environment (ambiente profissional).
Já o estilo participativo convida os profissionais a discutirem com o líder a solução de problemas, sem que isso represente um sinal de debilidade à autoridade do líder. Contudo, talvez não seja o melhor matiz de liderança para situações periclitantes. Por fim, o estilo delegativo é aquele que permite a tomada de decisão pelos profissionais com base na confiança. Estigmatizado em primeiro plano pelo liberalismo do Adam Smith nas auras do mote laissez-faire, laissez passer, este último modo de liderar não dispensa, todavia, certa hierarquização e requer controle final pelo líder. Liderança é um talento que, quer nato, quer desenvolvido pela prática profissional, não se apresenta genuína facilmente. Felizmente, as empresas hoje procuram mais do que gerentes, elas valorizam o recurso humano com potencial para assumir as maiores responsabilidades no futuro.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Word Stress Rules



Pronunciation is complicated in English because frequently words are pronounced differently from the way they are written. Therefore we usually get familiarized with the pronunciation through constant exposure to English instead of trying to learn general rules for pronunciation. In this edition we will focus on ´Word stress´ which is used to obtain a more natural pronunciation of multi-syllable words.

Quando é hora de ler ou pronunciar uma palavra, a entonação apropriada é importante. Enfatizar a sílaba errada pode mudar o sentido e entendimento da palavra. A seguir algumas regrinhas para não errar a pronúncia da palavra.



Desiree Good

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Depoimento de Eddy Yassuo

I've already had the oportunity to study in several English schools but none of them compares to Wall Street Institute. Since the moment my feet stepped into Berrini center and I attended a welcome lecture organized by Mr. Fernão and his daughter Carol I realized that school was different from the others.

A começar pela simpatia e pelo carinho contagiante de toda a equipe WSI que transforma a escola em um ambiente acolhedor único e em um ponto de encontro para todos os alunos, alimentando-se o networking profissional e a amizade entre alunos, instrutores e demais envolvidos.
Outro fator fundamental à minha escolha foi a metodologia da WSI de oferecer horários flexíveis, das 7h às 21h, o que tem facilitado e muito meu dia-a-dia em agendar e participar das aulas nos dias e horários desejados, sem risco de perdê-las. Sem falar na localização privilegiada da escola, bem próxima ao meu trabalho, evitando-se o trânsito caótico da cidade de São Paulo.
Além disso, a grande variedade de atividades que a WSI oferece aos alunos é excelente. Além de acabar com a monotonia, esta dinâmica é o fator principal para o desenvolvimento do meu "Speaking", "Listening" e "Writing". E tudo isso, combinado à qualidade dos recursos oferecidos pela escola (laboratório, material didático etc), tem se tornado uma receita essencial para o meu aprendizado.
Mas de nada valerá se as oportunidades oferecidas não forem aproveitadas. E tudo isso dependerá única e exclusivamente do próprio aluno. Nós somos o centro motor disso tudo, e a WSI é o caminho pelo qual podemos seguir para alcançar nossos objetivos.
Não posso deixar de agradecer os principais responsáveis deste universo que é a WSI: Seu Fernão e Carol; meus amigos: Tatiana, Juliana, Márcio, Amanda, Larissa, Hélio, Flávia, Dèsiree; e demais equipe.
A todos, meu muito obrigado.

Eddy

terça-feira, 12 de abril de 2011

What's definitely the best way to learn English?


When we are trying to make up our minds about which school, method, teachers and strategies to learn English, we constantly undermine the most important factor about learning a new language: your attitude as a student.

Quantos de nós, no início do curso de idiomas, não pensamos como é difícil aprender uma língua estrangeira. Temos que ser realistas, é mesmo um desafio pronunciar palavras totalmente diferentes do seu idioma que, inclusive, não tem regras fixas para a pronúncia da forma escrita, e ser capaz de compreender instantaneamente quando alguém conversa com você em inglês com diversos sotaques, incluindo não-nativos, sem recorrer à tradução a todo instante; utilizar expressões do dia-a-dia que não existem no seu idioma ou que significam o contrário quando traduzimos palavra por palavra.
Então, como superar estas pedras no meio do caminho? Cada um tem seus atalhos para chegar aos seus objetivos, mas eu gostaria de compartilhar minha jornada de aluno que fui e sempre serei, apesar de minha formação e experiência em ensino de Língua Inglesa: desde o início da minha aprendizagem de inglês (como curioso, ouvindo LP's das família) até hoje, percebi que eu só aprenderia se eu pudesse não só receber informações, mas usar, criar, revisar, enfim, ser um aprendiz ativo e
reutilizar o que eu aprendia. Aliás, hoje entendo que só assimilamos, quando somos capazes de produzir algo com a informação que recebemos. Sem isso, temos uma falsa ilusão temporária de conhecimento.
Precisamos perceber que, independente do método, nossa atitude de participante ativo é a única forma que garante o aprendizado. Quando decidimos, após a aula, revisar o conteúdo, escrever frases e redações com as palavras novas, buscar contato com inglês em mídias diferentes, questionar, pesquisar, ousar tentar e errar CONSTANTEMENTE, dessa forma, sim, estaremos cultivando uma atitude que tornará o inglês não só mais fácil, como também mais prazeroso.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Writing in a foreign language


The two most common forms of business communication nowadays are e-mail and telephone conversations. E-mail requires reading and writing skills while telephone requires speaking and listening skills. Most business e-mails are usually presented in an informal tone but it is vitally important to always present good quality writing.

As duas formas mais comuns de comunicação em empresas hoje em dia são: correio eletrônico e comunicação via telefone. O e-mail exige habilidade em escrita e leitura e as conversas por telefone exigem habilidade em conversação e compreensão oral. A maioria dos e-mails são informais mas é importante apresentar uma alta qualidade quando se escreve.
Escrever em inglês é bem diferente de falar em inglês e é, portanto, muito importante saber como dominar a ortografia, forma e estrutura. Uma dica importante é tentar não traduzir ao pé da letra e sempre ler tudo com muito cuidado antes de enviar. Para conferir mais dicas interessantes, é só ficar atento à atividade de escrita que circula todos os meses em sua caixa de e-mails.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Learning grammar intuitively


For some unknown reason, most students seem to hate studying grammar more than anything else. If not, they just fear it more than they fear death. But that's only because they have a wrong idea, almost a stereotype, of what learning grammar is.

Acredite: não é preciso decorar nomenclaturas para ser um bom “english speaker”. O segredo é visualizar o texto (tanto escrito quanto falado) em blocos, e não como palavras isoladas. Não é preciso distinguir sujeito, predicado, adjuntos e complementos em uma sentença, ou “travar” em uma conversa por não ter certeza se uma pergunta no Present Perfect tem ou não especificação de tempo.
Se alguém diz “I'd like some water, please”, visualizamos, no instante seguinte, aquela pessoa ingerindo alguns goles de água. Não precisamos, para isso, entender ao ouvir a frase que a contração “I'd” vem de “I would”; nem que “some” é um quantificador utilizado com substantivos que não é possível contar; nem paramos para analisar que, se traduzíssemos essa frase ao pé da letra, perderíamos o significado do bloco “I would like”, que é uma expressão que não existe em nossa língua materna.
Da mesma forma, ao ouvir “I've been to Paris last year”, não precisamos identificar a estrutura do Present Perfect, analisar o uso do particípio passado e entender um tempo não específico para visualizar o emissor da frase em frente à torre Eiffel em 2009.
Tente aprender por meio de expressões que você já conhece, fique atento a informações em inglês ao seu redor, filmes, músicas, colegas de trabalho ou professores conversando, expressões no laboratório. A melhor forma de aprender gramática é colocando-a em prática no dia-a-dia. Quanto mais natural e intuitiva a aproximação da língua, mais interessante ela irá se tornar.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

How to prepare a remarkable business presentation


Imagine the most fearsome experience in your life. What would you do then, if it became a daily burden? That questions haunts many business people. However, the answer is straightfoward: it can't be dreadful any longer. Learn how to turn the scary task of delivering a business presentation in an opportunity to highlighten your skills and lure the energetic sparks of the spotlight to yourself.

A rotina do profissional moderno está repleta delas. Muito do tempo gasto pelos executivos é voltado à finalização delas. Negócios milionários e projetos caríssimos dependem delas quase que exclusivamente. As business presentations (apresentações negociais) exercem um papel indispensável no mundo empresarial e, para intranquilidade de muitos, são cada vez mais frequentes.
Basicamente, há dois princípios que norteiam indistintamente as business presentations. O primeiro, fundamental para persuadir clientes e galvanizar o apoio dos membros da equipe, é o convencimento (persuasion). O segundo, ainda mais raro que o primeiro e igualmente essencial: a inovação (innovation). Reuniões jamais pretendem simplesmente reiterar o que já se sabe; visam, sobretudo, amealhar idéias inovadoras para solucionar problemas.
Steve Jobs, figura emblemática do meio empresarial e papa do ramo digital, compara-a a um filme emocionante e preconiza alguns pontos indispensáveis (www.smartplanet.com):

Simplicity (a apresentação deve ser objetiva e clara, a fim de conquistar adeptos);
Visual effects (a tecnologia é uma aliada visualmente expressiva para prender a atenção);
Have a villain (o problema é obstáculo à felicidade corporativa e deve ser superado);
Have a dream (mostre porque o sonho-meta vale a pena);
Practice (possível inspiração em Thomas Jefferson “a genius is 1% inspiration and 99% transpiration”)

segunda-feira, 28 de março de 2011

Coaching: a tricky conundrum between head hunting and human resources


Have you ever had a hard time making decisions? Most of us have. Companies and managers alike are in constant need of being reassured, in order to take the right path and preserve the commitment to excellence. The key for wisdom is coaching.

Hoje em dia, muito se diz sobre a necessidade de constante aperfeiçoamento em prol do desenvolvimento profissional. Sobretudo, é preciso considerar que a tarefa de gerenciamento e desenvolvimento dos recursos humanos (human resources management and improvement) não apenas aquilata habilidades profissionais, mas precisa primeiro suprir falhas na formação do profissional (flaws in the professional's background). A tal ponto se agrava este problema que a atividade de head hunting (a busca pelos melhores talentos) é complementada pelo coaching, atividade que pretende orientar o profissional em relação a seus objetivos, aos da empresa e à sua capacidade de team work (trabalho em equipe).
Diversos social clubs, aulas diferenciadas do Wall Street Institute que simulam “real life situations”, espelham business meetings and job interviews (respectivamente: reuniões de negócios e entrevistas de emprego) e são amostragens do coaching. O site www.internationalcoachingcommunity.com acrescenta muitas informações sobre esta atividade que visa a orientação profissional especializada, com especial destaque para o corporate coaching. Não apenas pessoas, mas também empresas revêem filosofias de atuação e modelos de desenvolvimento, um processo fundamental para o sucesso.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Business cases. Dealing with problems: the best way to learn business.


Are you ready to face the real world? One must not only have a remarkable academic background. Promptness requires experience carved by the very steady hand of time. In the company world, that means solving business cases.

Quem já frequentou um curso sobre administração de empresas percebe a importância no universo de trabalho que uma pessoa com capacidade para apresentar soluções inovadoras tem. Product management, human resources issues e team management aparecem constantemente no vocabulário do mundo negocial e nas portas dos escritórios. O meio empresarial atribui suma importância a quem exerce liderança (leadership) e a quem se mostra capaz de gerenciamento (management) de qualquer espécie. Os dias atuais são epítome da ultra-especialização de trabalho: em outras palavras, ser gerente de qualquer tipo hoje envolve a indispensável habilidade de apresentar idéias inovadoras e passíveis de aperfeiçoamento, aptas a serem postas em prática.
Como se desenvolve esta habilidade?
Dos diversos caminhos possíveis, é possível, e isto se faz com frequencia nas aulas de business no Wall Street Institute, aprender com os business cases. Nos sites das universidades estrangeiras como a de Harvard (www.hbs.edu), encontram-se setores especializados em apresentar estes casos, em que os problemas das empresas não são fictícios. Vem do mundo real, espelham situações próprias do ambiente corporativo e visam preparar alunos da graduação e pós-graduados para melhor enfrentar dilemas e conflitos. Os business cases provam-se muito úteis e são sempre acolhidos com grande interesse.

terça-feira, 22 de março de 2011

O domínio do business English


Sometimes knowing the elementary English is hardly enough. Leadership and understanding come with a commitment to excellence and that means mastering the business vocabulary. Each professional area operates wih specific technical terms, an almost secret language to others. Do you really speak your job language?

É comum que os livros e as publicações em inglês voltados ao mundo dos negócios sejam permeados de um vocabulário próprio. Não chega a ser um cabedal de frases hermético e inacessível à maioria dos alunos, porém a atenção e a energia exigidas para a completa absorção do texto costumam custar um tempo de que a maioria das pessoas não dispõe.
Por esta razão, e também apoiando-se no fato de que o business English é em especial o foco prioritário da maioria dos alunos atualmente, vale a pena mergulhar em atividades, aulas e websites que se esmeram em apresentar este tipo de vocabulário técnico.
Do Virginia Business Online ao uso constante de materiais específicos para os business courses e MBAs como o Market Leader e o Intelligent Business Course, existe um número insondável de termos que requerem um certo respaldo em inglês para serem aprendidos e, doravante, empregados em business meetings e conferences.
À guiza de exemplo, pensemos em alguns dos principais tópicos que representam as maiores preocupações na atualidade.
Quando se trata de human resources, cumpre ressaltar o tema dos perks (um certo conjunto de benefícios e prêmios conferidos aos funcionários que atingem as metas). Antes, os chefes normalmente evitavam (shunned) tais “privilégios”, mas dados os custos do desemprego (unemployment) às empresas, eles passaram a criar (devise) novos estímulos para mimar (pamper) os melhores empregados.
Num cenário macroeconômico, ainda revoam os ecos da crise financeira que eclodiu no final de 2008. Por isso, é frequente a referência a “the collapsing financial-services industry” (o periclitante setor de serviços financeiros leia-se: bancos) e a ”the rise of emerging powers” (a ascensão de novas potências, a exemplo de China e, em menor escala, Coréia do Sul. Quem não viu o novo slogan da Hyundai? Com líderes mundiais que foram CEOs de grandes empresas (ex.: Coréia), o Estado vem sustentando os conglomerados transnacionais (nurturing global conglomerates). Ao aluno, cabe alimentar constantemente o inglês, portanto.

sexta-feira, 18 de março de 2011

O domínio do business English


Sometimes knowing the elementary English is hardly enough. Leadership and understanding come with a commitment to excellence and that means mastering the business vocabulary. Each professional area operates wih specific technical terms, an almost secret language to others. Do you really speak your job language?

É comum que os livros e as publicações em inglês voltados ao mundo dos negócios sejam permeados de um vocabulário próprio. Não chega a ser um cabedal de frases hermético e inacessível à maioria dos alunos, porém a atenção e a energia exigidas para a completa absorção do texto costumam custar um tempo de que a maioria das pessoas não dispõe.
Por esta razão, e também apoiando-se no fato de que o business English é em especial o foco prioritário da maioria dos alunos atualmente, vale a pena mergulhar em atividades, aulas e websites que se esmeram em apresentar este tipo de vocabulário técnico.
Do Virginia Business Online ao uso constante de materiais específicos para os business courses e MBAs como o Market Leader e o Intelligent Business Course, existe um número insondável de termos que requerem um certo respaldo em inglês para serem aprendidos e, doravante, empregados em business meetings e conferences.
À guiza de exemplo, pensemos em alguns dos principais tópicos que representam as maiores preocupações na atualidade.
Quando se trata de human resources, cumpre ressaltar o tema dos perks (um certo conjunto de benefícios e prêmios conferidos aos funcionários que atingem as metas). Antes, os chefes normalmente evitavam (shunned) tais “privilégios”, mas dados os custos do desemprego (unemployment) às empresas, eles passaram a criar (devise) novos estímulos para mimar (pamper) os melhores empregados.
Num cenário macroeconômico, ainda revoam os ecos da crise financeira que eclodiu no final de 2008. Por isso, é frequente a referência a “the collapsing financial-services industry” (o periclitante setor de serviços financeiros leia-se: bancos) e a ”the rise of emerging powers” (a ascensão de novas potências, a exemplo de China e, em menor escala, Coréia do Sul. Quem não viu o novo slogan da Hyundai? Com líderes mundiais que foram CEOs de grandes empresas (ex.: Coréia), o Estado vem sustentando os conglomerados transnacionais (nurturing global conglomerates). Ao aluno, cabe alimentar constantemente o inglês, portanto.

quarta-feira, 16 de março de 2011

A ferramenta virtual


One of the English learners' advantages nowadays is the great diversity of methodologies and available tools which can help their learning process

Uma das vantagens para os estudantes de inglês hoje em dia é a grande variedade de métodos e instrumentos disponíveis para auxiliar o aprendizado. O objetivo é potencializar todas as habilidades requeridas no manejo de um idioma estrangeiro (listening + speaking + reading + writing) no menor tempo possível. É a mesma fórmula de otimização concebida no mundo empresarial aplicada ao estudo do inglês.
Dentre as principais ferramentas de aprendizado, é inegável que a internet desempenha papel central. Em websites, o aluno pode combinar a leitura com o contato com arquivos de audio e video, além de realizar atividades de interação.
Ressalte-se, por exemplo, o Breaking News English. Frequentemente utilizado em treinamento para exames internacionais, o site combina a publicação de artigos voltados à atualidade com diversas atividades didáticas
(synonym match, true or false statements) que avaliam o grau de compreensão sobre assuntos contemporâneos esmiuçados num inglês intermediário ou avançado. Além disso, cada artigo é acompanhado de uma amostra em audio gravada em formato MP3, o que permite exercitar mais uma das quatro habilidades básicas mencionadas anteriormente.
Outro bom exemplo é o LearnEnglish, capitaneado pelo British Counsil, cujos jogos, quebra-cabeças e exercícios online sintetizam o melhor de interatividade tanto para iniciantes, quanto avançados.
Em última instância, os pontos positivos em se valer dessa ferramenta somam-se a ponto de gerar um saldo bastante promissor. Além da tão desejada prática das habilidades linguísticas, o recurso da internet vale-se do (atual) fácil acesso à rede e da melhor preparação do aluno para exames internacionais como o TOEFL e o TOEIC.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Business is show time!


In spite of the singularities in each path through the business world, all of them demand the common outlet of communication: English.

Muitos dos nossos alunos frequentemente cumprem uma tarefa desafiadora: uma business conference para o chefe, para parceiros profissionais (business partners) ou até mesmo clientes (clients, customers) em inglês.

Tão variadas quanto as escaladas até uma posição na diretoria (board room), são as soluções sugeridas nas melhores publicações da área. Um conceito aplicado nas análises de mercado para ajudar o profissional que estuda inglês a oferecer a melhor apresentação possível é a SWOT analysis.

A referida análise é dividida em 04 pontos fundamentais:


*Strengths (=força). Qualidades e vantagens que merecem destaque. Portanto, make sure your listeners learn about the company's or the project's goals and merits. Destaque o propósito e os benefícios, usando recursos visuais (visual resources).
*Weaknesses. Weak = fraco, logo weakness sugere fraqueza, aspectos a serem melhorados, tanto na empresa quanto no projeto . Trazer à tona as desvantagens indica maturidade, reflexão, até opera em favor do convencimento da plateia quanto à integridade das ideias postas.
*Opportunities. Uma análise normalmente voltada ao potencial mercado consumidor. Independentemente do tema, eis um espaço para propostas inovadoras. Não se deve somente obedecer às regras, é preciso arriscar e propor novas regras.
Threats. Ameaças. A mais imediata costuma ser a própria platéia, porém abordar com naturalidade algumas pessoas antes da apresentação ajuda a afastar o receio de se apresentar.

Final words? Estude bem o tema e demonstre auto-confiança (self confidence).