meager adj.
small and inadequate in size or quality
The meager quantities of food that the inhabitants manage to grow are not enough to feed their growing families.
Mostrando postagens com marcador curso de ingles. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador curso de ingles. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Wall Street Institute word of the day
philanthropic adj.
charitable, benevolently giving away money or resources
She doesn’t expect to be paid for this; her motives are entirely philanthropic.
charitable, benevolently giving away money or resources
She doesn’t expect to be paid for this; her motives are entirely philanthropic.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Wall Street Institute word of the day
eclectic adj.
consisting of a wide variety of elements
He has very eclectic tastes in music: from hip-hop and jazz to rock and Classical.
consisting of a wide variety of elements
He has very eclectic tastes in music: from hip-hop and jazz to rock and Classical.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Wall Street Institute word of the day
agriculture n.
farming
Civilization started when early humans settled in one place and began using agriculture to grow their food.
farming
Civilization started when early humans settled in one place and began using agriculture to grow their food.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Wall Street Institute e Agência de Cocriação promovem palestra sobre a Geração Y e os negócios
No dia 17 de janeiro de 2012, das 19h as 20h30, Francisco Albuquerque, fundador da Agência de Cocriação, promove a palestra “A influência da Geração Y nos negócios”.
Francisco Albuquerque é Consultor de Projetos, possui formação em Criação e Gestão de Negócios com mais de 9 anos de experiência na área de Planejamento Estratégico e Change Management, onde atuou criando e gerenciando Projetos Multidisciplinares passando por empresas dos setores de Engenharia, Tecnologia da Informação e Finanças. Criador do Blog “a Nossa Geração Y”, Francisco Albuquerque o define como um canal de comunicação entre estudantes e profissionais da Geração Y, onde aborda temas relacionados à Carreira, Empreendedorismo, Negócios e Estratégia, sempre sobre o ponto de vista jovem.
O objetivo desta palestra será discutir o porquê de hoje se falar tanto em planejamento de carreira e a importância do profissional ser o responsável pela sua gestão. Esse bate papo traz à tona uma discussão sobre carreira de um ponto de vista mais estratégico, permitindo que cada profissional faça uma análise sobre o tema conectando-o a outros aspectos de sua vida.
Dia 17 de janeiro de 2012, das 19h às 20h30, no Wall Street Institute Unidade Berrini (Av. das Nações Unidas, 12901, 1º subsolo, loja 146ª).
Inscrições através da página: http://www.wallstreetinstituteschool.com.br/geracaoy/
Francisco Albuquerque é Consultor de Projetos, possui formação em Criação e Gestão de Negócios com mais de 9 anos de experiência na área de Planejamento Estratégico e Change Management, onde atuou criando e gerenciando Projetos Multidisciplinares passando por empresas dos setores de Engenharia, Tecnologia da Informação e Finanças. Criador do Blog “a Nossa Geração Y”, Francisco Albuquerque o define como um canal de comunicação entre estudantes e profissionais da Geração Y, onde aborda temas relacionados à Carreira, Empreendedorismo, Negócios e Estratégia, sempre sobre o ponto de vista jovem.
O objetivo desta palestra será discutir o porquê de hoje se falar tanto em planejamento de carreira e a importância do profissional ser o responsável pela sua gestão. Esse bate papo traz à tona uma discussão sobre carreira de um ponto de vista mais estratégico, permitindo que cada profissional faça uma análise sobre o tema conectando-o a outros aspectos de sua vida.
Dia 17 de janeiro de 2012, das 19h às 20h30, no Wall Street Institute Unidade Berrini (Av. das Nações Unidas, 12901, 1º subsolo, loja 146ª).
Inscrições através da página: http://www.wallstreetinstituteschool.com.br/geracaoy/
Wall Street Institute e Camilo Santos promovem palestra sobre técnicas de apresentação

No dia 17 de janeiro de 2012, das 19h às 20h30, Camilo Santos, especialista em Técnicas de Apresentação, promove a palestra “Comece 2012 com uma Super Apresentação”.
“A matéria prima de uma boa história é a vida sem as partes chatas. O início do ano é o período de apresentar a Diretoria suas metas 2012, resultados 2010 e lutar por um Budget maior entre outros desafios a serem enfrentados. Por que não surpreender seu público com uma apresentação diferenciada? Vamos descobrir algumas técnicas para contar uma boa história e convencer a quem precisa.”
Dia 17 de janeiro de 2012, das 19h às 20h30, no Wall Street Institute Unidade Itaim Bibi (R. Joaquim Floriano, 488, 6º andar)
Inscrições através da página: http://www.wallstreetinstituteschool.com.br/superapresentacao/
Marcadores:
apresentação,
aula de ingles,
camilo santos,
curso de ingles,
ingles de negocios,
ingles para executivo,
Wall Street Institute
WSI, Social Bureau e Projeto Instigar promovem palestra sobre empreendedorismo e psicanálise
No dia 17 de janeiro de 2012, das 19h às 20h30, Raquel Marques, diretora da Social Bureau, e Débora Andrade, psicanalista e gestora do Projeto Instigar, promovem a palestra “Quero abrir meu próprio negócio, mas falta coragem”.
“Discutiremos os objetivos e também os aspectos emocionais envolvidos no processo de desejar abrir uma empresa. Fugindo da tradicional “elaboração de Business Plan” a proposta do Projeto Empreenda 2012 - uma parceria entre as duas palestrantes - é reunir um grupo multidisciplinar de pessoas interessadas na construção coletiva de significados relacionados ao processo de empreender.”
Dia 17 de janeiro de 2012, das 19h às 20h30 no Wall Street Institute Unidade Chácara Santo Antonio (R. Alexandre Dumas, 1901, subsolo).
Inscrições através da página: http://www.wallstreetinstituteschool.com.br/empreenda/
“Discutiremos os objetivos e também os aspectos emocionais envolvidos no processo de desejar abrir uma empresa. Fugindo da tradicional “elaboração de Business Plan” a proposta do Projeto Empreenda 2012 - uma parceria entre as duas palestrantes - é reunir um grupo multidisciplinar de pessoas interessadas na construção coletiva de significados relacionados ao processo de empreender.”
Dia 17 de janeiro de 2012, das 19h às 20h30 no Wall Street Institute Unidade Chácara Santo Antonio (R. Alexandre Dumas, 1901, subsolo).
Inscrições através da página: http://www.wallstreetinstituteschool.com.br/empreenda/
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Wall Street Institute word of the day
reproach v.
to criticize, to tell off
My father always reproached me when I didn’t finish all the food on my plate.
to criticize, to tell off
My father always reproached me when I didn’t finish all the food on my plate.
Marcadores:
aula de ingles,
curso de ingles,
Escola de Inglês,
ingles de negocios,
ingles para executivos,
reproach,
Wall Street Institute,
word of the day
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Diretora pedagógica do Wall Street Institute lança terceiro livro sobre educação corporativa
No dia 3 de novembro de 2011, aconteceu na Livraria Cultura do Shopping Market Place, o lançamento do terceiro volume de uma série de trabalhos voltados para a educação corporativa, organizado por Carolina Olival Trovó, diretora pedagógica do Wall Street Institute, centros Berrini, Chácara Santo Antonio, Itaim Bibi e Vila Olímpia.
O livro entitulado "Ensinando inglês para executivos brasileiros" contou também com a colaboração da Braz-Tesol, a maior associação de professores de inglês para estrangeiros que existe atualmente do Brasil. A apresentação foi de Vinícius Nobre, presidente da Braz-Tesol.
Selma Moura, uma das colaboradoras do livro, também esteve presente no evento e colaborou falando sobre como adquirir e desenvolver a fluência em língua estrangeira.
O propósito deste terceiro livro é mostrar como a indústria do ensino de inglês para adultos está organizada e quais as melhores práticas e métodos existentes no mercado, bem como quais os caminhos recomendados para aprimoramento das habilidades e do domínio da língua inglesa para o setor corporativo.
Confira algumas fotos do evento:


O livro entitulado "Ensinando inglês para executivos brasileiros" contou também com a colaboração da Braz-Tesol, a maior associação de professores de inglês para estrangeiros que existe atualmente do Brasil. A apresentação foi de Vinícius Nobre, presidente da Braz-Tesol.
Selma Moura, uma das colaboradoras do livro, também esteve presente no evento e colaborou falando sobre como adquirir e desenvolver a fluência em língua estrangeira.
O propósito deste terceiro livro é mostrar como a indústria do ensino de inglês para adultos está organizada e quais as melhores práticas e métodos existentes no mercado, bem como quais os caminhos recomendados para aprimoramento das habilidades e do domínio da língua inglesa para o setor corporativo.
Confira algumas fotos do evento:


segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Wall Street Institute Word of the day
pinnacle n.
the highest point
Shakespeare and Goethe Book represent two of the pinnacles of European literature.
the highest point
Shakespeare and Goethe Book represent two of the pinnacles of European literature.
Marcadores:
aula de ingles,
curso de ingles,
Escola de Inglês,
ingles de negocios,
ingles para executivos,
pinnacle,
Wall Street Institute,
word of the day
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Wall Street Institute word of the day
recapitulate v.
to sum up, to repeat what one has said
To conclude the meeting, let’s just recapitulate the actions that we agreed on and who’s responsible for carrying them out.
to sum up, to repeat what one has said
To conclude the meeting, let’s just recapitulate the actions that we agreed on and who’s responsible for carrying them out.
Marcadores:
aula de ingles,
curso de ingles,
Escola de Inglês,
ingles de negocios,
ingles para executivo,
recapitulate,
Wall Street Institute,
word of the day
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Wall Street Institute word of the day
sedentary adj.
sitting, taking little exercise
As an office worker I lead a very sedentary life, so I always go running on the weekends.
sitting, taking little exercise
As an office worker I lead a very sedentary life, so I always go running on the weekends.
Marcadores:
aula de ingles,
curso de ingles,
Escola de Inglês,
ingles de negocios,
ingles para executivo,
sedentary,
wall street brasil,
word of the day
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Wall Street Institute word of the day
solvent adj.
having enough money, able to pay one’s expenses
I’m tired of going out with men who borrow money from me; I’ve decided that my next boyfriend should be solvent.
having enough money, able to pay one’s expenses
I’m tired of going out with men who borrow money from me; I’ve decided that my next boyfriend should be solvent.
Marcadores:
aula de ingles,
curso de ingles,
Escola de Inglês,
ingles de negocios,
ingles para executivo,
solvent,
wall street brasil,
word of the day
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Wall Street Institute Word of the day
reciprocate v.
to give something in return, to share (feelings)
I’m hopelessly in love with Samantha, but I’m afraid that she doesn’t reciprocate my feelings.
to give something in return, to share (feelings)
I’m hopelessly in love with Samantha, but I’m afraid that she doesn’t reciprocate my feelings.
Marcadores:
aula de ingles,
curso de ingles,
Escola de Inglês,
ingles de negocios,
ingles para executivo,
reciprocate,
Wall Street Institute,
word of the day
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Wall Street Institute word of the day

irrevocable adj.
incapable of being taken back or reversed
The Bill of Rights is an irrevocable part of American law.
Marcadores:
aula de ingles,
curso de ingles,
Escola de Inglês,
ingles de negocios,
ingles para executivo,
irrevocable,
Wall Street Institute,
word of the day
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Wall Street Institute word of the day

clandestine adj.
secret
John and Sophie, who are both married, have been carrying on a clandestine affair for the past year.
Marcadores:
aula de ingles,
clandestine,
curso de ingles,
Escola de Inglês,
ingles de negocios,
ingles para executivos,
Wall Street Institute,
word of the day
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Investindo no mercado de ações durante períodos de volatilidade
During high market volatility, many investors, especially those who invested in the euphoria of the market, are somewhat "lost".
O Índice BOVESPA, o principal indicador de desempenho médio das ações da bolsa brasileira, chegou a se valorizar mais de 2,8% no ano, e hoje acumula uma queda de mais de -12% no ano. As ações consideradas mais operadas e recomendadas pelo mercado, como Petrobrás e Vale do Rio Doce, acumulam uma perda de -24% e -3,7% respectivamente. É preciso ter sangue frio para ver o seu investimento se depreciando tão rapidamente assim em tão pouco tempo. Assim, ao contrário do que muitas pessoas falam, investimento em renda variável, embora hoje em dia mais acessível a todos, não é para qualquer um. Tem que se ter o perfil adequado para esse tipo de investimento.
A regra numero 1 de investimentos em ações (ou pelo menos deveria ser), é comprar na baixa e vender na alta. É claro, que se fosse tão claramente visível assim o fundo do poço e o topo, seria fácil demais. Em momentos de turbulência e alta volatilidade, muitos investidores se arriscam em fazer especulações, visando o curtíssimo prazo. É aí onde mora o perigo.
Especular no mercado de ações, visando retornos altos de curto prazo, requer muita disciplina, paciência, tempo e acima de tudo, muito conhecimento. Para isso, deve-se procurar cursos e palestras sobre análise gráfica e técnica (Utilizando técnicas matemáticas e estatísticas), leituras e consultar profissionais do mercado que irão te ajudar a operar e tomar decisões. Os profissionais vão
conseguir, melhor do que ninguém, balizar o quão arriscado é tomar uma determinada posição e dependendo, até ajudá-lo a tomar a sua decisão.
Porém, mesmo com muita experiência, a média é perdedora. Não conheci ainda alguém que não seja profissional que, consistentemente, conseguiu obter lucros de curtíssimo prazo. O problema fica ainda maior quando se opera alavancado, ou seja, operando com mais R$ do que se tem, usando uma carteira de ações ou dinheiro como margem, buscando ganhos mais altos mais rapidamente. É aí onde muitos quebram ou até ficam devendo nas corretoras.
Então, o que fazer em momentos assim? Investir em empresas na bolsa é um investimento de longo prazo. Certifique-se de que você saiba em que empresa está investindo, o que ela faz, se ela apresenta lucros consistentes historicamente, se o produto dela é bom, entre outros fatores. Um dos maiores erros dos investidores de curto prazo, é comprar ações. Das quais eles não entendem nada do que a empresa faz, quem são seus gestores, etc. Se por acaso a análise de empresas for algo complicado ou tomar demais o seu tempo, converse com um profissional da área ou invista em um fundo onde o gestor tem um histórico de lucros consistente.
E lembre-se, Bolsa de Valores não é cassino, é investimento!
Fernando Campello
Wall Street Institute Word of the Day
kudos n.
praise or reputation coming from one’s achievements
Although everyone in the team contributed to its success, all the kudos went to the captain.
Marcadores:
aula de ingles,
curso de ingles,
Escola de Inglês,
ingles de negocios,
ingles para executivos,
kudos,
Wall Street Institute,
word of the day
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Como você lida com a sua ansiedade?
Why has Brazilian population increased the use of black belt medicine against anxiety as Rivotril? How do YOU deal with your anxiety?
Considerando a experiência clínica dos últimos anos, é comum observar que a ansiedade está entre uma das queixas mais frequentes daqueles que buscam o tratamento psicanalítico. Até mesmo para quem não é especialista nesta área, não há nenhuma novidade em relação a isto.
Porém recentemente tive acesso a este dado quantitativo: o Rivotril (remédio contra a ansiedade) é o segundo remédio mais vendido no Brasil, perdendo apenas para uma marca de anticoncepcional. (Fonte: IMS Health, publicada na revista Época em Fev/2009)
Este dado é alarmante!
Certamente há casos muito graves em que o grau de ansiedade é tão elevado que quase impossibilita que as pessoas consigam minimamente se organizarem frente as suas vidas, nas quais ansiolíticos são um coadjuvante importante.
Porém, não me parece ser exatamente este o caso de todas as pessoas participantes desta triste estatística. Quantas destas pessoas não apelam para o uso de ansiolíticos apenas como uma “fuga”, pelo simples fato de não estarem dispostas a lidar com as dificuldades inerentes do seu dia a dia?
O artigo da revista Época levanta hipóteses interessantes para explicar este fenômeno, mas meu interesse aqui é questionar como você se coloca frente a isto: Como VOCÊ lida com a SUA ansiedade?
Além dos sintomas físicos como insônia, alterações do apetite, taquicardia, respiração ofegante, tremores, sudorese, sensação de vertigem, impaciência etc. Em termos leigos, podemos dizer que a ansiedade envolve uma intensa preocupação com o que está por vir... o que está por acontecer... através da aceleração do pensamento, se “pré-ocupando” com todos os fechamentos e consequências possíveis para aquela situação.
Você se identificou com esta descrição?
Na perspectiva psicanalítica, o foco de interesse não reside em minimizar tais sintomas, e sim na investigação e elaboração da causa raiz da questão.
Quais são as situações de vida que você está submetido que estão gerando ansiedade? Quais são os riscos e os medos relacionados aos possíveis desfechos destas situações? Quais são as reais dificuldades em se lidar com estes riscos? Em outras palavras, quais são os conflitos psíquicos inconscientes envolvidos nestas situações que geram ansiedade?
Sem tratar estas questões, o uso de ansiolíticos é apenas um paliativo temporário, um “atalho”, para tentar eliminar sintomas. Mas o que acontece ao se suspender a medicação sem ter trabalhado a “causa raiz” psíquica do problema? A cada nova situação estressante, a ansiedade volta!
Independente do método usado, o essencial é que a pessoa se implique no seu processo de evolução. Ou seja: se comprometa a realizar um trabalho psíquico. Neste sentido, o objetivo da terapia é auxiliar na criação e fortalecimento de ferramental psíquico que possa ser acionado e utilizado em novas situações estressantes de vida que certamente estão por vir. Permitindo, desta forma, que se encare as novas situações por ângulos distintos e de forma menos sofrida, consequentemente, reduzindo a ansiedade. Para isto, é necessário, acima de tudo, disponibilidade para um investimento emocional.
E você? Quer apenas eliminar sintomas? Ou quer desenvolver ferramental psíquico para lidar de forma menos sofrida com novas situações que podem gerar ansiedade?
Débora Andrade
Marcadores:
ansiedade,
aula de ingles,
curso de ingles,
Débora Andrade,
emocional,
Escola de Inglês,
ingles de negocios,
ingles para executivos,
rivotril,
Wall Street Institute
Como você lida com a sua ansiedade?
Considerando a experiência clínica dos últimos anos, é comum observar que a ansiedade está entre uma das queixas mais frequentes daqueles que buscam o tratamento psicanalítico. Até mesmo para quem não é especialista nesta área, não há nenhuma novidade em relação a isto.
Porém recentemente tive acesso a este dado quantitativo: o Rivotril (remédio contra a ansiedade) é o segundo remédio mais vendido no Brasil, perdendo apenas para uma marca de anticoncepcional. (Fonte: IMS Health, publicada na revista Época em Fev/2009)
Este dado é alarmante!
Certamente há casos muito graves em que o grau de ansiedade é tão elevado que quase impossibilita que as pessoas consigam minimamente se organizarem frente as suas vidas, nas quais ansiolíticos são um coadjuvante importante.
Porém, não me parece ser exatamente este o caso de todas as pessoas participantes desta triste estatística. Quantas destas pessoas não apelam para o uso de ansiolíticos apenas como uma “fuga”, pelo simples fato de não estarem dispostas a lidar com as dificuldades inerentes do seu dia a dia?
O artigo da revista Época levanta hipóteses interessantes para explicar este fenômeno, mas meu interesse aqui é questionar como você se coloca frente a isto: Como VOCÊ lida com a SUA ansiedade?
Além dos sintomas físicos como insônia, alterações do apetite, taquicardia, respiração ofegante, tremores, sudorese, sensação de vertigem, impaciência etc. Em termos leigos, podemos dizer que a ansiedade envolve uma intensa preocupação com o que está por vir... o que está por acontecer... através da aceleração do pensamento, se “pré-ocupando” com todos os fechamentos e consequências possíveis para aquela situação.
Você se identificou com esta descrição?
Na perspectiva psicanalítica, o foco de interesse não reside em minimizar tais sintomas, e sim na investigação e elaboração da causa raiz da questão.
Quais são as situações de vida que você está submetido que estão gerando ansiedade? Quais são os riscos e os medos relacionados aos possíveis desfechos destas situações? Quais são as reais dificuldades em se lidar com estes riscos? Em outras palavras, quais são os conflitos psíquicos inconscientes envolvidos nestas situações que geram ansiedade?
Sem tratar estas questões, o uso de ansiolíticos é apenas um paliativo temporário, um “atalho”, para tentar eliminar sintomas. Mas o que acontece ao se suspender a medicação sem ter trabalhado a “causa raiz” psíquica do problema? A cada nova situação estressante, a ansiedade volta!
Independente do método usado, o essencial é que a pessoa se implique no seu processo de evolução. Ou seja: se comprometa a realizar um trabalho psíquico. Neste sentido, o objetivo da terapia é auxiliar na criação e fortalecimento de ferramental psíquico que possa ser acionado e utilizado em novas situações estressantes de vida que certamente estão por vir. Permitindo, desta forma, que se encare as novas situações por ângulos distintos e de forma menos sofrida, consequentemente, reduzindo a ansiedade. Para isto, é necessário, acima de tudo, disponibilidade para um investimento emocional.
E você? Quer apenas eliminar sintomas? Ou quer desenvolver ferramental psíquico para lidar de forma menos sofrida com novas situações que podem gerar ansiedade?
Débora Andrade
Porém recentemente tive acesso a este dado quantitativo: o Rivotril (remédio contra a ansiedade) é o segundo remédio mais vendido no Brasil, perdendo apenas para uma marca de anticoncepcional. (Fonte: IMS Health, publicada na revista Época em Fev/2009)
Este dado é alarmante!
Certamente há casos muito graves em que o grau de ansiedade é tão elevado que quase impossibilita que as pessoas consigam minimamente se organizarem frente as suas vidas, nas quais ansiolíticos são um coadjuvante importante.
Porém, não me parece ser exatamente este o caso de todas as pessoas participantes desta triste estatística. Quantas destas pessoas não apelam para o uso de ansiolíticos apenas como uma “fuga”, pelo simples fato de não estarem dispostas a lidar com as dificuldades inerentes do seu dia a dia?
O artigo da revista Época levanta hipóteses interessantes para explicar este fenômeno, mas meu interesse aqui é questionar como você se coloca frente a isto: Como VOCÊ lida com a SUA ansiedade?
Além dos sintomas físicos como insônia, alterações do apetite, taquicardia, respiração ofegante, tremores, sudorese, sensação de vertigem, impaciência etc. Em termos leigos, podemos dizer que a ansiedade envolve uma intensa preocupação com o que está por vir... o que está por acontecer... através da aceleração do pensamento, se “pré-ocupando” com todos os fechamentos e consequências possíveis para aquela situação.
Você se identificou com esta descrição?
Na perspectiva psicanalítica, o foco de interesse não reside em minimizar tais sintomas, e sim na investigação e elaboração da causa raiz da questão.
Quais são as situações de vida que você está submetido que estão gerando ansiedade? Quais são os riscos e os medos relacionados aos possíveis desfechos destas situações? Quais são as reais dificuldades em se lidar com estes riscos? Em outras palavras, quais são os conflitos psíquicos inconscientes envolvidos nestas situações que geram ansiedade?
Sem tratar estas questões, o uso de ansiolíticos é apenas um paliativo temporário, um “atalho”, para tentar eliminar sintomas. Mas o que acontece ao se suspender a medicação sem ter trabalhado a “causa raiz” psíquica do problema? A cada nova situação estressante, a ansiedade volta!
Independente do método usado, o essencial é que a pessoa se implique no seu processo de evolução. Ou seja: se comprometa a realizar um trabalho psíquico. Neste sentido, o objetivo da terapia é auxiliar na criação e fortalecimento de ferramental psíquico que possa ser acionado e utilizado em novas situações estressantes de vida que certamente estão por vir. Permitindo, desta forma, que se encare as novas situações por ângulos distintos e de forma menos sofrida, consequentemente, reduzindo a ansiedade. Para isto, é necessário, acima de tudo, disponibilidade para um investimento emocional.
E você? Quer apenas eliminar sintomas? Ou quer desenvolver ferramental psíquico para lidar de forma menos sofrida com novas situações que podem gerar ansiedade?
Débora Andrade
Assinar:
Postagens (Atom)