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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Como motivar para o treinamento

Segundo Sonia Costa, a motivação, o desejo de aprender é um fator de extrema importância para o sucesso do treinamento. Por isso, ela acredita que custear o todo ou parte de um curso que o profissional quer pode ser mais interessante no que diz respeito a resultados do que definir o treinamento mais adequado para um profissional.
“Às vezes é difícil coincidir os interessados dos colaboradores e das empresas no que diz respeito ao treinamento, mas é possível fazer arranjos que atendam a todos os interesses”, assinala.
Veja no vídeo abaixo a parte final da entrevista com Sonia Costa.

Quem paga pelo treinamento?

Sonia Costa, Gerente de RH da Cheíl Brasil, é a autora do artigo “Quem paga pelo treinamento?”, integrante do livro “Visões sobre Treinamento Corporativo”. Segundo ela, hoje em dia é mais fácil motivar para o treinamento o pessoal menos qualificado, que recebe estas ações com mais entusiasmo:
“Para o pessoal de nível gerencial é preciso mostrar o treinamento não como uma obrigação, mas como algo que pode dar ao profissional um diferencial de carreira”, explica.
Veja no vídeo abaixo o primeiro trecho da entrevista com Sonia Costa, exclusiva para o Blog Visões sobre Treinamento Corporativo.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Brasil vive entre extremos

Martins finaliza assinalando que o Brasil vive uma situação de extremos. É possível encontrar executivos de primeira linha, comparáveis aos melhores do mundo, ao mesmo tempo em que se encontram em muitas empresas, do mesmo modo, executivos que agem de modo ainda muito amador. “Não há meio termo no Brasil e isso é um problema”, diz. Veja no vídeo abaixo a conclusão da entrevista com Martins.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Os líderes têm que apoiar

A difusão de conhecimento por meio de treinamento “on the job” exige total comprometimento das lideranças da empresa, uma vez que estes processos exigem que as pessoas assumam diferentes tarefas, tanto as do dia a dia, quanto as relativas aos processos de aprendizagem. Ela explica que, em alguns casos, gestores com pouca habilidade para atuar como professores, mas com ótimos conhecimentos técnicos, precisam se associar a outros, que os ajudem a transmitir aquilo que sabem. No vídeo abaixo, você vê o último trecho da entrevista. E você: já desenvolveu algum treinamento “on the job” na sua empresa? Como foi a experiência?

Empresas precisam de instrutores internos

O treinamento “on the job” para o desenvolvimento de certas práticas exige a atuação de instrutores internos, o que vai exigir o preparo dessas pessoas. Segundo Carmen Sílvia, exceto em situações muito específicas, quando o conhecimento está fora da organização, o uso de instrutores internos vai demandar o compromisso por parte da direção da empresa de que os quadros necessários à difusão desse conhecimento terão tempo para atuar nesse sentido. No vídeo abaixo, mais um trecho da entrevista.

O profissional de RH e o treinamento

Segundo Carmen Sílvia, o profissional de RH precisa manter uma relação estreita com a liderança da organização, especialmente a área que define a estratégia e o comando da empresa, com o objetivo de propor os programas de treinamento e garantir que eles levem aos resultados que a empresa busca alcançar, mas nunca deixando de lado uma apurada análise do perfil das pessoas. Neste outro trecho da entrevista ela debate esse tema.

Práticas de treinamento exigem transparência

O treinamento on the job exige compromisso entre as partes e não pode ser feito à revelia dos empregados, com objetivos como, por exemplo, substituí-los. Segundo Carmen Sílvia, a relação madura entre colaboradores e empresa é fator crucial de sucesso para o treinamento. Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista para o Blog do WSI.

Treinamento é permanente

A velocidade das mudanças no mundo organizacional está exigindo das empresas processos de treinamento permanentes, seja em novas tecnologias, processos, metodologias, idiomas e até atitudes comportamentais e de liderança. Segundo Carmen Sílvia, essa necessidade de treinamento permanente está mudando a face das empresas, que deixam de ser espaços apenas de trabalho e se tornam centros de difusão de conhecimento. Veja outro trecho da entrevista no vídeo abaixo.

O que é treinamento “on the job”?

Outro capítulo do livro colaborativo “Reflexões sobre Treinamento Corporativo”, a ser lançado pelo WSI, trata do tema “treinamento on the job”. Escrito por Carmen Silvia Gonzalez Fritzsche, Diretora de RH de empresa de TI, o capítulo mostra o crescimento dessa prática e o que fazer para garantir o sucesso dessa iniciativa. Segundo Carmen Silvia, o treinamento “on the job” não visa apenas aspectos operacionais do trabalho, mas pode focar questões de atitude e comportamentais. Veja no vídeo abaixo o primeiro trecho da entrevista concedida por Carmen ao Blog do WSI.

terça-feira, 13 de julho de 2010

É preciso pesquisar e avaliar

Segundo Maria Inês Felippe, não há um lugar único onde o profissional de RH pode se informar sobre os consultores para treinamento. É preciso pesquisar, avaliar, interagir com quem já contratou essa pessoa, conversar diretamente com o profissional e tomar uma decisão. Mas ela dá algumas dicas que podem mostrar se este profissional está mesmo preparado para a missão de aplicar um treinamento em sua empresa. Veja essas dicas no vídeo abaixo.

Entenda o cenário da sua organização

Maria Inês Felippe assinala que a área de RH precisa conhecer o cenário da organização e as razões para a necessidade de treinamento. Embora esta seja uma necessidade fácil de avaliar, compreender o momento atual da empresa não é algo fácil. Segundo Felippe, a empresa pode contratar uma consultoria para isso, que vai avaliar as demandas de treinamento e definir o consultor ideal para a ação. Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista exclusiva para o Blog do Wall Street Institute.

Escolher parceiros em treinamento exige cuidados

É grande o número de empresas que contrata prestadores de serviços em treinamento deixando para estes profissionais a decisão sobre que tema deve ser abordado. A desconexão entre a estratégia da empresa e as razões pelas quais a companhia treina empregados leva, com muita frequência, ao desperdício de tempo e dinheiro, bem como a um descrédito crescente na eficácia do treinamento corporativo. A advertência é da consultora em RH Maria Inês Felippe, uma das autoras do livro colaborativo “Reflexões sobre Treinamento Corporativo”, organizado por Carol Olival Trovó, Diretora Pedagógica do Wall Street Institute. Veja no vídeo abaixo um trecho de entrevista com Maria Inês, onde ela aponta os cuidados que a empresa deve ter na hora de selecionar um consultor para treinamento.