A difusão de conhecimento por meio de treinamento “on the job” exige total comprometimento das lideranças da empresa, uma vez que estes processos exigem que as pessoas assumam diferentes tarefas, tanto as do dia a dia, quanto as relativas aos processos de aprendizagem. Ela explica que, em alguns casos, gestores com pouca habilidade para atuar como professores, mas com ótimos conhecimentos técnicos, precisam se associar a outros, que os ajudem a transmitir aquilo que sabem. No vídeo abaixo, você vê o último trecho da entrevista. E você: já desenvolveu algum treinamento “on the job” na sua empresa? Como foi a experiência?
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Empresas precisam de instrutores internos
O treinamento “on the job” para o desenvolvimento de certas práticas exige a atuação de instrutores internos, o que vai exigir o preparo dessas pessoas. Segundo Carmen Sílvia, exceto em situações muito específicas, quando o conhecimento está fora da organização, o uso de instrutores internos vai demandar o compromisso por parte da direção da empresa de que os quadros necessários à difusão desse conhecimento terão tempo para atuar nesse sentido. No vídeo abaixo, mais um trecho da entrevista.
O profissional de RH e o treinamento
Segundo Carmen Sílvia, o profissional de RH precisa manter uma relação estreita com a liderança da organização, especialmente a área que define a estratégia e o comando da empresa, com o objetivo de propor os programas de treinamento e garantir que eles levem aos resultados que a empresa busca alcançar, mas nunca deixando de lado uma apurada análise do perfil das pessoas. Neste outro trecho da entrevista ela debate esse tema.
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Práticas de treinamento exigem transparência
O treinamento on the job exige compromisso entre as partes e não pode ser feito à revelia dos empregados, com objetivos como, por exemplo, substituí-los. Segundo Carmen Sílvia, a relação madura entre colaboradores e empresa é fator crucial de sucesso para o treinamento. Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista para o Blog do WSI.
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Treinamento é permanente
A velocidade das mudanças no mundo organizacional está exigindo das empresas processos de treinamento permanentes, seja em novas tecnologias, processos, metodologias, idiomas e até atitudes comportamentais e de liderança. Segundo Carmen Sílvia, essa necessidade de treinamento permanente está mudando a face das empresas, que deixam de ser espaços apenas de trabalho e se tornam centros de difusão de conhecimento. Veja outro trecho da entrevista no vídeo abaixo.
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O que é treinamento “on the job”?
Outro capítulo do livro colaborativo “Reflexões sobre Treinamento Corporativo”, a ser lançado pelo WSI, trata do tema “treinamento on the job”. Escrito por Carmen Silvia Gonzalez Fritzsche, Diretora de RH de empresa de TI, o capítulo mostra o crescimento dessa prática e o que fazer para garantir o sucesso dessa iniciativa. Segundo Carmen Silvia, o treinamento “on the job” não visa apenas aspectos operacionais do trabalho, mas pode focar questões de atitude e comportamentais. Veja no vídeo abaixo o primeiro trecho da entrevista concedida por Carmen ao Blog do WSI.
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