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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Vocabulary


Stating that false cognates (a.k.a. false friends, those misleading words
similar to Portuguese) are often a reason for misunderstandings would be commonplace. However, these languages being receptive to foreign terms have led us to arduous ways.


Muitos são os exemplos desses “falsos amigos”: push (empurrar), college (faculdade), e vários outros. Mas há
também aqueles que podem assumir “dupla identidade”: Medicine (Medicina e remédio), accent (sotaque e acento), e outros tantos.
Em se tratando de deslizes, que são essenciais na aprendizagem, quem nunca ficou íntimo de um desses “falsos amigos” e só mais tarde se deu conta? Portanto, se, após aquele jantar, o(a) gringo(a) te disser que a refeição estava exquisite, considere-a um sucesso, ou seja, requintada, refinada. Se seus amigos(as) passarem noites juntos em motels nos EUA, saiba que eles só foram a hotéis em beira de estrada.

Então, vamos testar nosso conhecimento?
Indique os erros por falsos cognatos:

“Actually, I’ve realized that learning a new idiom depends much more on our particular efforts and compromise to practice it than on the ingenious fact of simply receiving convenient information.”

Lembre-se: “Not all that glitters is gold” (Nem tudo o que reluz é ouro)!

Márcio Francisco da Silva

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

What's definitely the best way to learn English?


When we are trying to make up our minds about which school, method, teachers and strategies to learn English, we constantly undermine the most important factor about learning a new language: your attitude as a student.

Quantos de nós, no início do curso de idiomas, não pensamos como é difícil aprender uma língua estrangeira. Temos que ser realistas, é mesmo um desafio pronunciar palavras totalmente diferentes do seu idioma que, inclusive, não tem regras fixas para a pronúncia da forma escrita, e ser capaz de compreender instantaneamente quando alguém conversa com você em inglês com diversos sotaques, incluindo não-nativos, sem recorrer à tradução a todo instante; utilizar expressões do dia-a-dia que não existem no seu idioma ou que significam o contrário quando traduzimos palavra por palavra.
Então, como superar estas pedras no meio do caminho? Cada um tem seus atalhos para chegar aos seus objetivos, mas eu gostaria de compartilhar minha jornada de aluno que fui e sempre serei, apesar de minha formação e experiência em ensino de Língua Inglesa: desde o início da minha aprendizagem de inglês (como curioso, ouvindo LP's das família) até hoje, percebi que eu só aprenderia se eu pudesse não só receber informações, mas usar, criar, revisar, enfim, ser um aprendiz ativo e reutilizar o que eu aprendia. Aliás, hoje entendo que só assimilamos, quando somos capazes de produzir algo com a informação que recebemos. Sem isso, temos uma falsa ilusão temporária de conhecimento.
Precisamos perceber que, independente do método, nossa atitude de participante ativo é a única forma que garante o aprendizado. Quando decidimos, após a aula, revisar o conteúdo, escrever frases e redações com as palavras novas, buscar contato com inglês em mídias diferentes, questionar, pesquisar, ousar tentar e errar CONSTANTEMENTE, dessa forma, sim, estaremos cultivando uma atitude que tornará o inglês não só mais fácil, como também mais prazeroso.

Márcio Francisco

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

The best strategy to learn prepositions


Despite the recurrence of this issue in our articles, the students' urge for techniques to learn them has led me once more to approach such relevant subject: What's the best strategy to learn prepositions?

As famosas preposições - about, above, across, after, against, along, among, around, as, at, before, behind, below, beside(s), between, but, by, despite, down, during, except, for, from, in, inside, into, like, next, of, off, on, onto, opposite, out, outside, over, per, round, since, than, through, thru (informal), to, toward(s), under, until, up, upon, versus, via, with, within, without etc - sempre são motivos de dor de cabeça para todos os aprendizes de língua estrangeira, em maior ou menor grau.
Mas afinal de contas, como podemos aprender a usar mais preposições de forma correta? A resposta não é tão simples, então permita-me, antes de tudo, sugerir uma reflexão: os falantes nativos normalmente usam as preposições corretamente, mas eles sempre sabem o porquê? Sabemos quais são todas as preposições e qual a diferença das demais palavras? Mesmo em português, que temos contato diariamente, não temos dúvidas frequentes sobre estas palavras e precisamos recorrer a dicionários e outras fontes?
A conclusão é que nosso cérebro é inteligente o suficiente para entender o significado de todas as preposições e demais palavras sem precisar de explicação, desde que haja contextos e muitos exemplos de uso.
Quando nos estressamos, tentando entender racionalmente a diferença de "to" e "for" sem um contexto, não estamos focando na mensagem e, portanto, estamos desperdiçando tempo, pois poderíamos assimilar naturalmente. É evidente que ora ou outra precisamos de explicação formal sobre essas "palavrinhas", mas procure assimilar o conhecimento de forma mais natural, semelhante à maneira como você aprendeu sua primeira língua e, a partir daí, compreenderá o uso das ditas preposições mais facilmente.

Márcio Francisco

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Vocabulary

The main objective of most English students is to become an advanced and fluent speaker. However, being that fluent requires also learning enough vocabulary, which will provide them with the basis for English comprehension, on the whole, and specially fluency.

Muitos alunos acreditam que aprender Inglês avançado significa conhecer construções gramaticais extremamente complexas e raras como: “These products wouldn’t have been being delivered on time if they couldn’t have been produced so fast.” Entretanto, compreender Inglês requer muito mais vocabulário diverso do que simplesmente a parte lógica e gramatical da língua.

Uma das melhores formas de expandir nosso vocabulário é compreender como novas palavras são formadas. Um desses processos acontece quando agregamos uma partícula ao início ou ao final das palavras, dando-lhes novo significado. Exemplos: empowerment (em- = promover uma qualidade, power = poder, -ment = ato de realizar algo. Portanto: empowerment = delegação de poder), thankfulness (thank = agradecer, -ful = cheio de, -ness = condição de. Portanto: thankfulness = gratidão).

Desta forma, podemos expandir nosso vocabulário intuitivamente, apenas entendendo as partes que compõem a palavra e, portanto, deduzir rapidamente seu significado, melhorando, assim, nossa fluência neste idioma.

Márcio Francisco

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

False friends or false cognates

Stating that false cognates (a.k.a. false friends, those misleading words similar to Portuguese) are often a reason for misunderstandings would be commonplace. However, these languages being receptive to foreign terms have led us to arduous ways.

Muitos são os exemplos desses “falsos amigos”: push (empurrar), college (faculdade), e vários outros. Mas há também aqueles que podem assumir “dupla identidade”: Medicine (Medicina e remédio), accent (sotaque e acento), e outros tantos.

Em se tratando de deslizes, que são essenciais na aprendizagem, quem nunca ficou íntimo de um desses “falsos amigos” e só mais tarde se deu conta? Portanto, se, após aquele jantar, o(a) gringo(a) te disser que a refeição estava exquisite, considere-a um sucesso, ou seja, requintada, refinada. Se seus amigos(as) passarem noites juntos em motels nos EUA, saiba que eles só foram a hotéis em beira de estrada.

Então, vamos testar nosso conhecimento? Indique os erros por falsos cognatos: “Actually, I’ve realized that learning a new idiom depends much more on our particular efforts and compromise to practice it than on the ingenious fact of simply receiving convenient information.” Verifique as respostas no site: www.wsischool.com.br/journal01 . E lembre-se: “Not all that glitters is gold” (Nem tudo o que reluz é ouro)!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Never translate expressions "at the foot of the letter"...

One of the biggest problems responsible for most mistakes when we communicate in English is the interference of our first language. Let's understand why the translation, among other issues, can cause not just simple misunderstandings, but also huge embarrassing situations.

Devido a crescente necessidade de compreensão imediata das informações que recebemos em inglês, sobretudo via e-mail, somos impulsionados a usar algumas ferramentas de tradução que, na verdade, causam mais confusão do que compreensão.

Quando optamos pela tradução, precisamos entender que este é um processo muito mais complexo do que a comunicação em uma língua estrangeira. Para traduzir é necessário fazer uma versão completa e adaptar o texto considerando a cultura, o nível de formalidade, a ordem das palavras e das frases, a inexistência de algumas expressões, as palavras que são usadas no mesmo contexto, as preposições, os sinônimos, o duplo sentido, as palavras diferentes com mesma forma escrita etc etc etc.

Portanto, resista à tentação de recorrer ao método mais fácil, de utilizar o tradutor online e tente entender o sentido através dos ótimos dicionários online disponíveis (Oxford, Cambridge, Longman, Merriam-Websters etc). Acredite que esta forma vai poupá-lo de muitos constrangimentos por tradução incorreta.
Alguns exemplos podem ser hilários, para não dizer trágicos:

His wife got so mad at him that she kicked the bucket!
Chutar o balde, em inglês, significa bater as botas (morrer) em português...

Since when is he graduated in Psychology?“since when?!” (desde quando?!) tem um tom ofensivo de dúvida em relação ao que foi dito. Devemos dizer How long neste caso.

How many years do you have?
Este soa como “ quantas orelhas (ears) você tem” e não "Quantos anos você tem?" que seria: "How old are you?" Se você responder mais de duas... you are a monster!

Portanto nunca traduza expressões idiomáticas (idioms) ao "pé da letra" (literally).

Márcio Francisco

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Have you learned verb to be already?! Really?!

It's really curious the way that many people refer to their learning of the verb to be at elementary school. It makes me wonder if we really know what learning verb to be is.

Quantas vezes você se deparou com alguém dizendo que cansou de tentar aprender o verbo to be? Ou que ficou frustrado com a língua inglesa, pois não domina o uso deste verbo, apesar de terem lhe "ensinado" isso desde o ensino fundamental? Certo dia, cheguei até a ouvir uma piada: "Eu já aprendi o verbo to be. Quer ver? Eu tchubo, tu tchóbes, ele tchóbe, nós tchobimos."... Então o que é realmente aprender o incompreendido e amaldiçoado verbo to be? Ou melhor, o que é o verbo to be?

A primeira dificuldade: como um verbo pode significar ser ou estar, afinal ser feliz e estar feliz não são bem diferentes? Temos que entender que, para aprender não só essa mas qualquer outra palavra, precisamos de uma frase, diálogo ou situação em inglês.

Então se você ler as frases: "I'm a secretary", "You are 25 years old", "he is happy now but isn't always
happy" por exemplo, e focar no sentido, vai aprender o dito verbo quase por osmose. Lembre-se também que a famosa tabela com a conjugação do verbo to be sozinha não fará com que você aprenda a utilizá-lo, só vai te trazer dor de cabeça para tentar memorizá-lo. Aprender todas as formas possíveis de utilização deste verbo é algo que requer muitos anos de prática.

Portanto, mantenha sempre o foco na fluência da comunicação, em contato constante com o idioma, de uma maneira descontraída e sem recorrer à tradução. Assim você vai assimilar os verbos naturalmente e, quando menos perceber, terá expandido seu vocabulário de uma forma mais instintiva e prazerosa.

Márcio Francisco

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Listening to English constantly and attentively: the key ingredient to a great English fluency

Nowadays, the amount of students who complain that they are able to understand English well but can't get their messages across, especially speaking, has increased considerably. It makes me wonder if they've been giving real attention to the primary skill of language learning.

Atualmente, muitos são os métodos, recursos e estilos de aprendizagem para que se alcance fluência em um idioma. No entanto, independente da forma de aprendizado, tenha em mente que há uma base primordial da qual todas as outras habilidades são complementares. Listening é esta base essencial.

O fato é que todos os alunos são conscientes dessa importância. É evidente que, sem ouvir, somos incapazes de falar. No entanto, há diversos detalhes que tornam a audição uma habilidade imprescindível.

Ao ouvirmos atentamente um diálogo, estamos assimilando natural e instintivamente não só pronúncia, compreensão oral, entonação, mas também gramática e vocabulário da melhor foma possível (em um contexto) e também estamos construindo a base para uma boa fluência, que é o objetivo principal e o maior desafio para a maioria dos alunos.

Entretanto, somente ouvir não é o suficiente para compreensão oral ou para a melhoria daqueles que já falam inglês há algum tempo com alguns erros. É necessário que se ouça com extrema atenção, pois há sons inexistentes na língua portuguesa e não estamos habituados a reconhecer algumas diferenças minúsculas de pronúncia em inglês que possuem significados totalmente opostos.

Então faça uso de todos os recursos existentes para ouvir em inglês (recursos da escola, livros e revistas com Cds, audiobooks, filmes, músicas etc). Sempre tenha em mente que aprender um idioma sem ouví-lo constantemente é como construir uma casa pelo teto, ou seja, uma forma oposta ao método natural com a qual você aprendeu sua primeira língua.

Márcio Francisco

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Are you studying English hard or hardly studying English?

It's funny to realize that the natural way of learning grammar by listening and association also leads us to some mistakes due to some irregularities and exceptions of the rules, creating even some misunderstandings.

Quantas vezes, inclusive em nossa primeira língua, quando estávamos aprendendo a falar, dissemos “eu sabo”, “eu fazi” etc? Essas associações são, na verdade, uma forma natural e inteligente de aprender gramática.

No entanto, também devemos entender que um idioma não se faz simplesmente por um conjunto de regras gramaticais e nem tampouco é predominantemente uma questão lógica, exata. Quando compreendemos que uma língua é fruto do modo como as pessoas falam e que a forma "correta" se adapta e evolui conforme o uso frequente e atual de seus falantes, entendemos que só a exposição contínua e contextualizada pode desfazer mal-entendidos como: study hard or hardly study.

Mas, afinal, qual é a diferença entre as frases acima? Vamos entender: qual é a diferença entre slow, quiet e calm e slowly, quietly e calmly?

O primeiro grupo de palavras pode ser usado como descrição (adjetivo) de pessoas, objetos, animais e fatos. Exemplo: That CAR is very slow (Aquele CARRO é muito devagar). O segundo grupo significa o modo como algo é feito e intensifica os verbos. Exemplo: That man DRIVES very slowly. (Aquele homem DIRIGE muito devagar). Porém isso não acontece com todos os adjetivos:

His computer is FAST.
He types FAST.
You wrote the WRONG word.
Don't spell her name WRONG.
I must work hard. (Preciso trabalhar duro/muito)
I hardly work on Saturdays. (Eu dificilmente trabalho aos sábados).

Agora você entendeu o trocadilho do título?

Well, I hope you study hard to understand English correctly and speak English fast and fluently.

Márcio Francisco

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

How can I get over my difficulties about prepositions?

This is certainly one of the main concerns of most English students. They realize that in the beginning of their learning it's hard to get so many rules and later on, they can't speak accurately due to some mistakes regarding prepositions. But let's analyze and understand it, shall we?

Primeiramente, vamos entender porque este processo tem sido tão árduo. As ditas preposições (in, at, on, for, to, off, of, etc) podem ser relacionadas a casos muito distintos: lugar, movimento, tempo, phrasal verbs e muitos outros. Além disso, esse é um processo que exige contato contínuo com o idioma para que as regras sejam aprendidas muito mais por dedução natural, pelo uso constante. Quando focamos na comunicação e fluência, entendemos gramática intuitivamente por meio de associações e compreensão global.

As preposições “for” e “to”, por exemplo, criam dificuldades primeiramente por causa da tradução, pois ambas podem significar “para”. Exemplos:

There's a phone message for you.
This pool is for the use of hotel residents only.
I've bought him a watch for his birthday.

He sent presents to the children.
We went to Prague last year.
We're going to a party tomorrow night.


Na primeira coluna, a idéia geral é de benefício ou propósito, e na segunda, de direção ou movimento. Entendendo dessa forma, fica muito mais fácil.

Portanto, procure aprender cada vez menos com tradução e mais por dedução em inglês, até que você consiga, naturalmente distinguir uma frase adequada de uma inaceitável, sem recorrer a gramática ou ao português, somente ouvindo e verificando se soa correto, como os falantes nativos fazem devido ao contato com o idioma.

Márcio Francisco

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Learning phrasal verbs: an everlasting experience...

This subject is, undoubtedly, among the ones that students dread the most: How to learn and be able to effect communication with more and more phrasal verbs?

Primeiramente, os phrasal verbs (verbos com preposições com sentidos alterados ex. give up, turn on, run away) devem ser considerados como vocabulários novos e, portanto, assimilados pouco a pouco. Com certeza são expressões muito comuns, frequentemente informais e que devem ser incorporadas ao nosso vocabulário ativo para que nossa comunicação seja mais natural. É indispensável muita atenção ao contexto para assimilar o uso correto. Por exemplo: wake up, turn on e look for são usados de formas diferentes:

What time do you wake up?
Can you turn on the TV?
Can you turn the TV on?
Can you turn it on?
I'm looking for a book.

No primeiro exemplo, não há necessidade de acrescentar nada após o verbo (wake up, pois sua ideia já é completa). No segundo, terceiro e quarto exemplos é necessário especificar o que será ligado (turn on). A palavra seguinte ao verbo (turn) pode vir antes ou depois da preposição (on) porém, se for pronome (it, him, etc), ele deve vir entre o verbo e a preposição (turn it on). No último caso, o complemento do verbo deve vir após a preposição (look for it).

Porém, a questão é: como saber qual é o tipo de phrasal verb e como usar naturalmente? Verificando se o verbo necessita de complemento; se soa bem, ou seja, pelo aprendizado instintivo; e consultando um dicionário confiável. Portanto, somente com exposição contínua ao idioma e utilização natural dos phrasal verbs é possível dominar o seu uso fluente.

Márcio Francisco