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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Maiores Erros Que Profissionais Costumam fazer na Carreira


Little work mistakes might have great impact in our career most of the times.


Pequenos erros profissionais muitas vezes podem ter grandes impactos em nossa carreira.

Saiba quais são os erros mais comuns e como evitá-los, aumentando assim a sua possibilidade de sucesso profissional.

1-Desesperar-se com as situações de crise e paralisar-se diante delas;

2-Visão de curto prazo, preso ao presente, sem planejar o futuro;

3-Não ter nenhuma atividade relacionada ao seu autodesenvolvimento;

4-Não perceber os sinais de uma possível demissão, como crise na empresa, dificuldade de relacionamento interpessoal, não atingimento de metas, etc.;

5-Troca precipitada de emprego, sem analisar e pesquisar melhor a empresa para onde está indo e o alinhamento desta com o seu perfil;

6-Descuidar de manter e ampliar a sua rede de contatos;

7-Deixar a carreira nas mãos da empresa;

8-Não aceitar convites para participar de processos seletivos por estar muito bem na empresa onde trabalha;

9-Ficar em uma zona de conforto e perder oportunidades no geral, tanto internas, quanto fora da empresa;

10-Trabalhar por muitos anos em uma única empresa dentro de uma mesma cultura;

11-Perder tempo falando mal da empresa onde trabalha e fazendo fofocas das pessoas;

12-Ficar sem iniciativa e proatividade. Fazer somente o que lhe é requisitado e pensar somente na sua área.


Dicas para Acertar:

1-Ver a crise como uma oportunidade de crescimento para si e para a empresa onde trabalha;

2-Visão de médio e longo prazo, preocupação com o futuro;

3-Aproveitar o mercado ruim e preparar-se para a retomada, investindo em seu autodesenvolvimento com cursos de especialização, pós, MBA, idiomas, etc.

4-Perceber os sinais de uma possível demissão e tomar uma atitude preventiva, buscando o mercado enquanto empregado;

5-Trocar de emprego com prudência, analisando ponto a ponto a nova empresa e o quanto se identifica com ela, minimizando erros;

6-Aproveitar o momento para manter e ampliar sua rede de contatos;

7-Tomar as rédeas de sua carreira;

8-Olhar as oportunidades de participar dos processos seletivos em outras empresas antes de descartá-las, mesmo estando satisfeito na empresa onde trabalha;

9-Não deixar-se acomodar, buscar internamente ou fora oportunidades de desenvolvimento de carreira;

10-Trabalhar alguns anos em uma empresa e depois de um tempo mudar de empresa
(com prudência) para poder vivenciar outras culturas empresariais;

11-Não valorizar e perder tempo fazendo reclamações da empresa e dos colegas, ao contrário, buscar admirar a empresa e seus colaboradores;

12-Ter iniciativa e proatividade, fazer as atividades de sua área e também disponibilizar-se para ajudar em outras, aumentando a visão sistêmica da organização.


Adriana S. Néglia

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Redes Virtuais e a Banalização do Networking


Com a popularização das redes sociais de contatos pela Internet, não demorou muito para surgirem redes específicas para executivos (como Plaxo, Glassdoor e LinkedIn), que ampliaram as possibilidades para se desenvolver networking.

No entanto, muitos executivos estão banalizando o uso destes recursos de tecnologia. Vemos com muita freqüência profissionais que pedem para ser indicados por pessoas que mal conhecem ou pessoas próximas, como amigos e parentes. Indicações assim não tem validade, pois quem indica não conviveu profissionalmente com a pessoa e, portanto, não pode dizer se ela possui determinados resultados, atributos e competências. Profissionais que pedem este tipo de indicação correm um sério risco de ficarem malvistos no mercado.

O mais adequado é que o profissional peça indicações de pessoas que trabalharam próximas a ele, como pares, subordinados, chefes, clientes ou fornecedores. Estas poderão contribuir com dados relevantes para construir boa imagem nestes meios de divulgação.

Outro ponto importante são os pedidos de conexão. Os executivos tem uma ansiedade natural em ampliar rapidamente sua rede de relacionamento para trocar informações variadas sobre segmentos, empresas e profissionais e por isso acabam, em algumas situações, se expondo em excesso, usando estes recursos de maneira indiscriminada. “Se você aborda um executivo de uma grande empresa (pelo LinkedIn, por exemplo) sem ter um intermediário neste relacionamento,
e ele percebe que você está à procura de indicações indiscriminadamente, sua imagem fica prejudicada e você poderá perder boas oportunidades futuras.

O grande segredo para aproveitar todas as vantagens que as redes virtuais podem oferecer é enxergá-las como uma extensão do networking tradicional. O bom uso traz grandes oportunidades de desenvolvimento para o profissional. Vemos muitos casos de profissionais que entram em grupos de discussão de assuntos de seu interesse, acessam oportunidades interessantes de trabalho e são convidados para dar cursos e palestras, chamados por Headhunters ou RHs de empresas para participar de processos seletivos e acabam sendo contratados.

O sucesso no uso de Redes Sociais como meio de melhorar o networking depende essencialmente da etiqueta do usuário. Como em qualquer situação social, nas redes virtuais também é fundamental seguir regras básicas de comportamento para ser bem-visto.

Não devemos nunca esquecer que não há nada melhor do que o contato pessoal, situações nas quais você pode ser visto, mostrar sua postura, sua seriedade e sua personalidade. O networking é essencial e deve ser parte da vida de um profissional em qualquer momento da carreira e não somente em um momento de transição.



Adriana Néglia

terça-feira, 17 de maio de 2011

Networking de Final de Ano!


Facebook, LinkeIn, Twitter are great virtual Networking tools but there’s nothing better than doing it live in colors.

Este artigo fala da importância de mantermos e ampliarmos a nossa rede de contatos de forma constante e da oportunidade de aproveitarmos agora as festas de final de ano para isto.

A competência de ter uma boa rede de relacionamentos é um dos 06 pilares de nosso Marketing Pessoal (imagem, rede de relacionamento, competências, resultados, habilidade política e comunicação).

Muitas vezes, absorvidos pelo dia a dia de trabalho, deixamos de lado os cuidados que devemos ter com a nossa rede ou, em outros casos, construímos e mantemos somente relacionamentos dentro da empresa e esquecemos do mundo lá fora.

Pessoas bem relacionadas acabam tendo um grande diferencial no mundo corporativo, porque suas relações e parcerias acabam facilitando o seu trabalho e muitas vezes otimizando os seus resultados.

Segundo Edgar Schein, uma das 03 principais competências de um gestor é a construção de relacionamentos, além da capacidade snalítica e o equilíbrio emocional. Através de sua rede de contatos é que o gestor terá pessoas que possam ajudá-lo na resolução de problemas, estas pessoas serão as facilitadoras e muitas vezes executoras de seu trabalho.

E você cuida de sua rede? Quantos dias da semana você separa para fazer networking?
Certa vez, almoçando com o presidente de uma grande empresa alemã de bens de consumo, o mesmo comentou que no mínimo 1 vez por semana dedicava uma hora de almoço para fazer Networking, buscando ampliar e manter os seus relacionamentos.

Agora, se um presidente de empresa consegue tirar um dia da semana para isto, será que nós não conseguimos organizar nosso tempo para pelo menos 02 vezes por semana cuidar de nossa rede de contatos?

Como você anda cuidando da sua rede?

Não a deixe de lado! Dê mais atenção à ela. Uma boa rede é muito importante para sua vida pessoal e, acima de tudo, profissional.

Agora sente e faça um cartão de final de ano bem bonito! Depois faça uma lista com vários grupos de pessoas, aquelas que deseja retomar contato e aquelas que deseja manter contato. Pronto! Agora encaminhe o cartão e... não espere o final do ano que vem para retomar o contato. OK? Aproveite que você já foi lembrado e em seguida ligue para marcar um contato pessoal.

Facebook, Linkedin, Twitter são ótimas ferramentas de networking virtual, mas nada melhor do que o contato ao vivo e a cores, ainda não há substituto para isto. Não deixe de estar pessoalmente com cada um de sua lista.

Bons contatos!

Adriana Néglia

quarta-feira, 27 de abril de 2011

A bola de neve chamada centralização


People frequently complain about the company, about the boss when actually the problem is the person who wants to do everyhting by himself

Este artigo aborda uma das competências mais importantes em atividades de liderança: a capacidade de delegar atividades; e faz também um alerta em relação ao quanto a mesma está interligada a outros pontos extremamente importantes de nossa carreira.
Dentre vários profissionais que ocupam cargos de liderança, ainda ouvimos como uma das principais reclamações a dificuldade que sentem em delegar atividades aos seus colaboradores.
A delegação é um dos pontos fundamentais para o desenvolvimento dos membros da equipe e os motivos para que ela não aconteça são os mais variados.
Uma pessoa pode:
Gostar tanto da atividade que não abre mão de ela mesma realizá-la;
Não confiar nas pessoas de sua equipe;
Acreditar que ninguém fará com a mesma qualidade com que ela a faz;
Acreditar que ninguém fará tão rápido como ela a faz (Ansiedade);
Não querer passar seu conhecimento com medo de que possa ser substituída;
Não ter competência para desenvolver pessoas;
Querer ter o controle de tudo em sua mão para assim ter maior segurança.
Mas quais são as consequências deste tipo de comportamento além de não desenvolver a equipe e a si mesmo?
Normalmente, a pessoa acaba desenvolvendo atividades que são de sua função e atividades que são da função de seus colaboradores. Obviamente sua jornada de trabalho foi feita para que possa realizar as suas atividades exclusivamente e consequentemente precisa trabalhar o dobro de horas para fazer o dobro de coisas. Então trabalha 12, 14, 16 horas por dia e ainda não consegue dar conta de tudo sentindo-se sempre com o saldo devedor com a empresa.
Vem então a reclamação de gerenciamento de tempo do tipo: “Não consigo me organizar, não tenho tempo para nada e trabalho muito”. Um verdadeiro muro de lamentações. Muitas vezes as pessoas reclamam da empresa, reclamam do chefe, quando na verdade o problema está na pessoa em querer fazer tudo sozinha.
Trabalhando além do esperado, existe um desgaste muito significativo, físico e emocional. Dorme-se menos para trabalhar mais, come-se de forma errada para poder ganhar tempo (lanches ou refeições muito espaçadas), e aí consequentemente existe uma maior probabilidade a uma crise de stress.
Enfim algo que parece ser um único problema pode levar a inúmeros outros.
Fica então um ponto para reflexão. Como você anda em relação à competência de delegar?

Adriana Néglia

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Como está o meu Marketing Pessoal?


Personal Marketing is to give value to the human being concerning his phisical, intelectual and spiritual aspects.

Você faz um bom Marketing Pessoal? O que é Marketing Pessoal para você?
Segue abaixo esclarecimentos sobre Marketing Pessoal e dicas de como fazê-lo da melhor forma possível.
Marketing Pessoal é valorizar o ser humano nos aspectos físico, intelectual e espiritual. Possibilitar a utilização plena das capacidades e potencialidades humanas tanto na área profissional quanto pessoal. Normalmente nós fazemos Marketing Pessoal para atingir nossos objetivos, ser reconhecido, ser valorizado e atingir o sucesso. Quando falamos em Marketing Pessoal, estamos falando em 06 ferramentas das quais eu preciso cuidar. São elas: imagem pessoal, comunicação, relacionamento, política, competências e resultados. Desenvolver estes 06 pontos não é tão difícil como as pessoas imaginam apenas como tudo em nossa vida, exige muita dedicação.
Imagem pessoal:
a)Falar: saber como, o que e quando falar;
b)Vestir: saber o que, como e onde vestir;
c) Agir: saber como e quando agir
Comunicação: recebemos e interpretamos uma mesma mensagem de forma diferente de outras pessoas porque temos estilos de comunicação diferentes. Para termos uma comunicação eficaz é muito importante conhecermos o estilo de comunicação das pessoas com quem convivemos para que possamos adaptar a nossa comunicação a cada estilo.
Relacionamento: O poder de nossa Net ou Rede de Contatos é muito grande por isso cuide com muito carinho dela, buscando mantê-la e ampliá-la. É uma relação de troca, construída ao longo de nossa vida que nos permite estar atualizada com o mundo e com os negócios, além de nos proporcionar a exposição no mercado.
Política: Saber fazer política de forma correta é saber ser um bom negociador e influenciador de pessoas. Quanto maior o nível hierárquico, mais tempo preciso me dedicar à política. Para isto:
a) Busque comunicar-se de forma adequada ao público alvo: fique quieto quando for estratégico, ouça o outro e "engula sapos" para evitar atritos desnecessários;
b) Busque estar no lugar certo, com as pessoas certas;
c) Busque usar seu poder de persuasão, influenciando as pessoas.
Competências: Ressalte suas principais competências. Nossas competências são um conjunto de nossos conhecimentos, habilidades e atitudes. O conhecimento é o mais fácil de adquirir, pois consigo ter através de leituras e cursos. As habilidades podem ser adquiridas, desenvolvidas e modificadas através de experimentação e treino, mas o mais difícil de mudar são as nossas atitudes, que definem sua interação e suas reações quanto ao ambiente a sua volta. Elas estão relacionadas a sua personalidade, sua estrutura comportamental, não muda de um dia para o outro, consigo mudar em médio/longo prazo.
Resultados: Minhas histórias de sucesso, minhas ações, minhas conquistas e meus objetivos futuros fazem parte de meus resultados. Procure dividir com as pessoas certas e estratégicas os seus resultados na empresa. Não fique escondido, sem mostrar o que fez, achando que faz parte de sua função e esperando que as pessoas saibam de outra forma.

Adriana Néglia

sexta-feira, 25 de março de 2011

O desafio de encarar novos desafios Você está pronto para mudar?


In the business world, the position of the dices is the professional’s to decide.

No mercado de trabalho, algumas propostas de mudança, às vezes, soam tentadoras como a grande chance numa mesa de jogo: arriscar muito por muito mais. Trocar de setor, mudar de cidade, assumir novas responsabilidades, tendo que aprender muita coisa e se reinventar. Você está pronto para encarar novos desafios?
No jogo, quem comanda é a sorte. No mundo profissional, a posição dos dados quem decide é o profissional. Nem todo mundo vê com bons olhos as possibilidades de mudança, mas quem vê precisa colocar em mente uma coisa: antes de fazer a aposta, ter certeza de que pode ganhar. Daí em diante, é só trabalhar, e trabalhar muito. "É necessário que a pessoa compre o desafio, se comprometa com ele e seja persistente para conseguir alcançá-lo. Além disso, deverá criar um planejamento, uma estratégia, um processo para que consiga alcançá-lo, e depois agir e fazer as correções que forem necessárias no trajeto", afirma Adriana Néglia, consultora da Career Center, empresa especializada em gestão estratégica de carreiras e recursos humanos.

Quem vai e quem fica
De acordo com a consultora, para muitos profissionais, enfrentar o desafio já é a própria realização. Segundo ela, pessoas com esse perfil "fundamentam suas carreiras na percepção de que podem conquistar qualquer coisa. para elas o sucesso
é transpor obstáculos, vencer adversários e quando conquistam algo, correm atrás de outra coisa mais complexa". para quem tem uma postura mais conservadora com relação ao trabalho, encarar mudanças pode não ser muito positivo. "Isto não quer dizer que o profissional não se adapte, ele até poderá se adaptar, mas o tempo necessário para que isto ocorra será bem maior do que no caso de quem tem sede por mudanças", afirma Néglia.

Satisfação no trabalho
"Sem dúvida que é mais fácil fazermos o que gostamos e mais difícil gostarmos de tudo que fazemos. Mas onde está o trabalho/emprego que só tem atividades que gostamos?", questiona a consultora. Néglia levanta uma questão que, muitas vezes, pesa na hora de tomar uma decisão quanto a mudanças no âmbito profissional. Desenvolver métodos que permitam o melhor aproveitamento do dia no exercício de uma função é fundamental em qualquer lugar, seja na sala nova ou na antiga. "Cabe a nós encontrarmos uma forma mais leve de lidar com as atividades que não gostamos. Se possível, realizá-las logo no início do dia, quando estamos bem dispostos. Deixe as atividades que gosta para o meio e final do dia de trabalho e o conclua seu dia de forma bem mais prazerosa", aconselha Néglia

Andriana Néglia

quinta-feira, 10 de março de 2011

Profissionais proativos tem mais chances no mercado


It’s really dificult to have people who do only and exclusively what we expect from them.

Requisito básico para a maioria das vagas de emprego, a proatividade é uma das competências mais requeridas no mercado hoje, e isso não fica apenas no papel. As empresas tem demandas cada vez maiores por esses profissionais, e o grande desafio das seleções é identificar a competência nos candidatos, que já têm discursos prontos para vender habilidades que, na prática, nem sempre existem, afinal não basta entender o que é proatividade para ser proativo.
Ter iniciativa, fazer além do esperado, ser capaz de se antecipar a problemas, estar sempre antenado e superando expectativas - essas são algumas características de profissionais proativos, e acredite, o mercado está cheio deles. "Hoje nós podemos encontrar muitos desses profissionais no mercado e eles sempre se destacam, porque apresentam um brilho diferenciado. São pessoas que realmente encaram o trabalho como seu próprio negócio, são empreendedoras mesmo numa estrutura organizacional", conta a consultora Adriana Néglia. Segundo ela, profissionais com essa competência tem alto nível de produtividade e costumam apresentar resultados positivos às empresas em que trabalham. "É complicado ter pessoas que fazem única e exclusivamente aquilo que se espera delas. As orga-
nizações precisam de colaboradores que façam além, que desenvolvam, que criem. São esses que encantam e conseguem crescer na carreira", afirma Adriana.
Mas cuidado, pois existe um limite entre ser proativo e ser invasivo. "Como para qualquer coisa na vida, tudo em excesso se torna negativo. Quando o profissional ultrapassa os limites da proatividade e começa a entrar em questões que não lhe dizem respeito ou que interferem diretamente no trabalho de outras pessoas, já deixa de ter um aspecto positivo. Por isso, é preciso ter bom senso e saber trabalhar a favor das pessoas e não contra elas", diz Adriana. "Nada nos impede de ter uma idéia com relação à outra área, ou ao trabalho de um colega, o que não podemos é passar por cima das pessoas para aparecer, isso não é proatividade", pondera Adriana.
Para não cair nesse erro é simples: seja natural, colaborativo e sempre agregue. "Com bom senso e tendo a consciência de sempre acrescentar, as chances de tornar a proatividade algo negativo serão quase nulas e sabendo usá-la, ela só agrega ao profissional", finaliza Adriana.

Adriana Néglia

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Como passar em uma primeira entrevista

The big difference between those who pass the first interview and those who don’t is the ability of leaving a good impression of themselves

Muitas pessoas não conseguem passar de uma primeira entrevista de emprego. Seguem abaixo dicas para que você possa ter maiores chances de passar por esta etapa na busca de um novo emprego.

- Busque atentar à forma como se comunica. Não se alongue, mas também não seja monossilábico;
- Preste atenção ao que está sendo perguntado e responda de forma adequada. Não interrompa o entrevistador;
- Tenha uma postura segura na hora de argumentar;
- Fale de forma correta. O bom português é essencial! Cuidado com os vícios de linguagem;
- Fique atento a sua sua forma de se vestir,cuidado com os excessos, seja discreto e adequado a ocasião;
- Gesticule sem invadir o espaço do entrevistador;
- Cuidado com o emocional, não despeje sua frustração com a empresa anterior no entrevistador;
- Esteja preparado para falar dos principais resultados, revele sua capacidade de entrega e suas competências;
- Seja humilde e cuidado para que, na ânsia de mostrar o quanto é bom em sua área ,não pareça arrogante;
- Fique preparado para falar dos pontos fracos e demonstrar como trabalha com eles;
- Mostre que você sabe o que quer e tem um objetivo profissional bem claro;
- Relate suas metas profissionais de curto e médio prazo;
- Não passe a mensagem ao entrevistador de que você "serve para qualquer coisa";
- Pretensão salarial: Se valorize para não dar a impressão de que aceita qualquer quantia. O melhor é relatar o quanto ganhava no último emprego, ou no atual, e deixar uma abertura para negociação, citando ainda o quanto o mercado está pagando (após realizar uma pesquisa de salários);
- Demonstre interesse pela empresa e pela posição desejada;
- Revele, na entrevista, que conhece bem o mercado e também a organização, de forma que sabe como ela está posicionada no mercado.

Faça seu marketing pessoal. A grande diferença entre os que passam da primeira entrevista e os que não passam é que os primeiros conseguiram deixar uma boa imagem de si próprios.

Boa sorte!

Adriana Néglia

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Maiores erros que profissionais costumam fazer na carreira

Little work mistakes might have great impact in our career most of the times.

Pequenos erros profissionais muitas vezes podem ter grandes impactos em nossa carreira. Saiba quais são os erros mais comuns e como evitá-los, aumentando assim a sua possibilidade de sucesso profissional.



Adriana S. Néglia

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Redes Virtuais e a banalização do networking

Networking's been part of the corporate world for many years and has recently acquired a wider meaning.

Com a popularização das redes sociais de contatos pela Internet, não demorou muito para surgirem redes específicas para executivos (como Plaxo, Glassdoor e LinkedIn), que ampliaram as possibilidades para se desenvolver networking.

No entanto, muitos executivos estão banalizando o uso destes recursos de tecnologia. Vemos com muita freqüência profissionais que pedem para ser indicados por pessoas que mal conhecem ou pessoas próximas, como amigos e parentes. Indicações assim não tem validade, pois quem indica não conviveu profissionalmente com a pessoa e, portanto, não pode dizer se ela possui determinados resultados, atributos e competências. Profissionais que pedem este tipo de indicação correm um sério risco de ficarem malvistos no mercado.

O mais adequado é que o profissional peça indicações de pessoas que trabalharam próximas a ele, como pares, subordinados, chefes, clientes ou fornecedores. Estas poderão contribuir com dados relevantes para construir boa imagem nestes meios de divulgação.

Outro ponto importante são os pedidos de conexão. Os executivos tem uma ansiedade natural em ampliar rapidamente sua rede de relacionamento para trocar informações variadas sobre segmentos, empresas e profissionais e por isso acabam, em algumas situações, se expondo em excesso, usando estes recursos de maneira indiscriminada. “Se você aborda um executivo de uma grande empresa (pelo LinkedIn, por exemplo) sem ter um intermediário neste relacionamento,
e ele percebe que você está à procura de indicações indiscriminadamente, sua imagem fica prejudicada e você poderá perder boas oportunidades futuras.

O grande segredo para aproveitar todas as vantagens que as redes virtuais podem oferecer é enxergá-las como uma extensão do networking tradicional. O bom uso traz grandes oportunidades de desenvolvimento para o profissional. Vemos muitos casos de profissionais que entram em grupos de discussão de assuntos de seu interesse, acessam oportunidades interessantes de trabalho e são convidados para dar cursos e palestras, chamados por Headhunters ou RHs de empresas para participar de processos seletivos e acabam sendo contratados.

O sucesso no uso de Redes Sociais como meio de melhorar o networking depende essencialmente da etiqueta do usuário. Como em qualquer situação social, nas redes virtuais também é fundamental seguir regras básicas de comportamento para ser bem-visto.

Não devemos nunca esquecer que não há nada melhor do que o contato pessoal, situações nas quais você pode ser visto, mostrar sua postura, sua seriedade e sua personalidade. O networking é essencial e deve ser parte da vida de um profissional em qualquer momento da carreira e não somente em um momento de transição.

Adriana S. Néglia
Career Center