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segunda-feira, 5 de março de 2012

Inscreva-se! Palestra Gratuita.

Integração Sustentabilidade e Educação Financeira

Um novo paradigma para o aumento da lucratividade para empresas e colaboradores


As atuais propostas de sustentabilidade não são compatíveis com o atual modelo econômico praticado por governos, empresas e pessoas. Somente um novo paradigma que proponha o equilíbrio entre trabalho – produção – bem estar – cidadania – meio ambientepermitirá a preservação do planeta, das empresas e principalmente, da qualidade de vida do ser humano.

Para isso é preciso rever os conceitos de liderança (para empresas) e sucesso (para os profissionais). Uma sustentabilidade eficaz contempla: produzir menos (lucrando mais), ganhando menos (poupando mais), trabalhando menos (produzindo mais). Esse modelo, assegura a todos (governo/empresa/cidadão) a conquista do bem estar coletivo.

  • Transição da sociedade do consumo para sociedade sustentável
  • Como conquistar um aumento de renda às avessas;
  • Sustentabilidade humana – Estabelecendo o equilíbrio entre dinheiro e felicidade.
  • Alimentação, transporte, tecnologia, moradia – fatores críticos para a sustentabilidade
  • Sustentabilidade Humana: muito além do meio ambiente, energias alternativas e consumo sustentável;
  • Jornadas de trabalho, criatividade, inovação, qualidade de vida: a contribuição da educação financeira para uma sociedade sustentável.

Dentre os participantes será sorteada uma inscrição para o Curso DSOP de Educação Financeira (duração de 8 horas).

Sobre o palestrante: Júlio Santos

Bacharel em Lingüística (USP), MBA em Consultoria Empresarial (FIA-USP), Educador Financeiro (DSOP), palestrante e professor sobre o tema Educação financeira, Produtividade e qualidade de Vida, especialista em Sustentabilidade Financeira, é coordenador geral da 1ª Pós-Graduação em Educação e Coaching Financeiro do Brasil, realizada pelo Instituto DSOP de Educação Financeira.



Data:
14 de março de 2012. Das 19h até as 20h30
Local: Wall Street Institute Unid. Itaim Bibi
R. Joaquim Floriano, 488, 6º andar,
Itaim Bibi , São Paulo- SP
Limite: 50 pessoas


Informações: marketing@wsischool.com.br

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Valores e sustentabilidade:o que nos norteia na hora de consumir?


There is much talk of sustainability, but what is actually being incorporated into the behavior of individuals and organizations?

Palavra da moda, a Sustentabilidade geralmente começa nas pequenas ações de economia dentro de casa e nas empresas. Trocar as lâmpadas, comprar eletrodomésticos mais econômicos, iniciar a coleta seletiva, economizar água, economizar papel. Já nesta fase na qual intentamos assumir novas posturas, nos deparamos com a dificuldade de mudar hábitos que estão arraigados na nossa cultura e na nossa forma de agir cotidiana.
Nas complexas cidades urbanas, além do custo de se tomar um banho demorado (que é extremamente prazeroso), nos deparamos com o tempo que não dispomos quando moramos um pouco mais distante do trabalho (sem falar dos problemas da reutilização e tratamento da água, áreas de recarga e mudanças climáticas). A mobilidade acaba sendo uma força coerciva motivadora da economia doméstica. Na experiência brasileira, a educação ainda carece de muita mobilização de todos os setores da sociedade para alcançar níveis satisfatórios. As medidas que impactam “no bolso” costumam ser mais eficazes do que o apelo para a corresponsabilidade. Lembremos dos cintos de segurança. Antes, um terror, coisa chata e desnecessária (segundo críamos). Hoje, o hábito inserido forçosamente pela Lei nos faz sentir desprotegidos e com aquela sensação de que falta algo quando não cruzamos o cinto e escutamos o “click” do encaixe.

Mudar hábitos passa, necessariamente, por uma mudança de valores morais, ligados ao comportamento das pessoas, tais como solidariedade, respeito, responsabilidade, cordialidade, afabilidade, paciência e resignação, para citar alguns. E os valores são ressignificados de tempos em tempos. Em determinada época, respeito aos colaboradores significava pagamento em dia eboas condições de trabalho. Hoje, pode significar,
além disso, cuidado com a família, benefícios sociais tais como previdência e saúde privadas, acesso a exercícios posturais e educação continuada.

A Sustentabilidade então, passa pela ressignificação dos valores dos cidadãos e das organizações, já que é um conceito de caráter sistêmico, relacionado com as soluções de continuidade da sociedade humana, em nível econômico, ambiental, cultural e social. Então, podemos estabelecer que temos dupla responsabilidade na tentativa de equilibrar atividades humanas e manutenção da biodiversidade, de forma que continuemos a nos desenvolver espiritual, intelectual e materialmente. A primeira responsabilidade, como integrantes das organizações, sejam elas empresariais e/ou sociais e, a outra, enquanto consumidores. Em ambos os casos, a postura individual pode colaborar para a aceleração das mudanças comportamentais necessárias à evolução, a partir do exemplo. Teoria só vira prática quando transforma-se em atitude. E o exemplo contamina, inspira, mobiliza e convoca pelas possibilidades que oferece. Sob outro olhar, escolher o que consumir e de quem consumir é um recado poderoso de cidadania ativa, momento no qual podemos exercer pressão para a incorporação de processos sustentáveis pelas empresas e prestigiar aquelas que vêm investindo para tornar seus produtos, serviços e processos mais “verdes”.

Mas, será que na hora de consumir, já adotamos padrões de comportamento e nos pautamos por valores que privilegiam a sustentabilidade e a responsabilidade social das organizações? Para efeito de experimentação, vamos observar nossos comportamentos de consumos até a próxima edição.


Leonardo Coelho