Mostrando postagens com marcador Gladis Costa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gladis Costa. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Por que Criar uma Rede de Mulheres de Negócios?


O objetivo desta iniciativa era discutir temas como Gestão de Carreiras, Inteligência Emocional, Responsabilidade Social, enfim, assuntos que nos envolvem todos os dias, o dia todo. Fui convidando as amigas mais próximas, principalmente aquelas com quem interagia diariamente no trabalho, em empresas parceiras, fornecedores, enfim, meu círculo profissional. Um ano depois, somos mais de 750 mulheres que se comunicam, interagem, num ciclo dinâmico e consistente de informações e encontros no mundo real.

O motivo deste crescimento só pode ser um: embora a informação exista em qualquer lugar, as pessoas precisam de um “ponto de encontro”, um local onde suas opiniões sejam ouvidas. Elas querem compartilhar conhecimento. E todo mundo sai ganhando! Como? Porque todo mundo tem algo a agregar: conhecimento, informação, uma experiência.

Eu vejo as pessoas como computadores. Não pelo lado frio e lógico da coisa, mas no sentido da comunicação. Se eles não estiverem conectados à internet, qual o valor deste equipamento? Nenhum, ele não distribui informação, é um “ser” estático, isolado. Não faz parte de uma rede, é uma ilha. Quando as pessoas se conectam, as coisas começam a fluir.

E é fantástica a forma como as pessoas se comunicam no mundo virtual. Porque se algumas são tímidas, não gostam de falar em público, no mundo virtual elas mostram uma outra “persona”, são falantes, dinâmicas, opinam. De todo modo, seja no mundo real
ou virtual, a informação deve ser capturada, processada e reutilizada. Isto se chama Gestão do Conhecimento e atribuo a isto o mesmo valor que a internet trouxe ao mundo dos negócios e à multiplicação da informação em geral.

Um exemplo do uso da Gestão do Conhecimento e de seus benefícios: muitas empresas acabam pecando quando não utilizam os valiosos inputs que seus clientes, funcionários, fornecedores, poderiam dar, se tivessem um espaço para expressar suas opiniões a respeito de um produto ou serviço. Bom, é claro que algumas até tem, porque isto é “moderno, legal”, mas não processam, não levam em consideração uma contribuição tão rica. Quando o cliente gosta da empresa, ele fala, ele se pronuncia, porque ele quer ver melhoria no serviço que ele utiliza.

Pelo sim, pelo não, minha pequena rede hoje já tem mais de 700 mulheres, maravilhosas, dinâmicas, inteligentes que não hesitam em colocar à disposição do grupo tudo o que tem de mais precioso: seu conhecimento.

Acabamos de realizar o 5º Encontro e a energia, a vontade de partilhar o conhecimento só aumenta. De cada encontro saimos diferentes, melhores. Queremos produzir coisas, criar conteúdos, mudar tudo, melhorar o mundo. Objetivo ousado, mas não impossível, porque somos muitas.

Assim, fica mais fácil, não é?



Gladis Costa

terça-feira, 26 de julho de 2011

O que você está fazendo neste momento?


Several researches show that the overuse of Internet or any other form of technology cause depression and anxiety. The question is: what should we do about it?

Toda a vez que meu computador ou celular apresenta algum problema, tenho a sensação de que estou perdendo um pedaço do mundo, informações vitais, acontecimentos importantes. Preciso achar um lugar para me conectar ou começo a ficar desesperada.

A vida moderna está totalmente baseada no avanço de novas tecnologias – celular, internet, SMS, redes sociais, qualquer coisa que nos mantenha conectadas com todo mundo a qualquer instante, mas – será que isto só acontece comigo – se por um minuto meu computador dá algum problema, instala-se uma ansiedade totalmente proporcional ao número de e-mails que eu tenho em minha caixa postal (enviados e recebidos).

Existem vários estudos mostrando que o uso excessivo da internet e de qualquer tecnologia de forma exagerada – e quem não usa assim? – causa depressão e ansiedade. A pergunta é: o que fazer?

Quem usa o LinkedIn, Facebook, MSN, Orkut, Twitter – sem falar dos emails corporativos sabe do que estou falando. Agora, temos que checar a cada minuto o que está acontecendo. E se você não “postar” nada novo em seu perfil, alguém postou e o mínimo que você vai fazer é clicar no “curtir”, porque afinal você precisa mostrar que está antenado – tudo é “curtir”, “comentar” e “compartilhar”.

Nada mais é pessoal, discreto, reservado, acabou a privacidade, viva o Big Brother, não este que passa na TV – cheio de personagens pra lá de polêmicos e desprovidos de uma certa bagagem intelectual, digo daquele onipresente Big Brother, de George Orwell – citado em sua obra “1984”. No livro o Big Brother é apontado como o “olho que tudo vê”. Agora, o olho que tudo vê é o nosso! Vemos tudo e sabemos de tudo. Quem foi ao restaurante X, Y ou Z, fez o “check-in” no local e sabe até quem está ali – e olhe, pode até virar o “prefeito” daquela área! Fantástico, um “prefeito” de um site! Bom, para quem possui fazendas cibernéticas, até que não é tão extraordinário assim.

Agora tudo é público, qualquer coisa vale a pena ser mostrada. Seu gato, seu cachorro, o prato que você pediu no restaurante, uma foto que você tirou, uma roupa ou sapato interessante, pequenos detalhes. Tudo deve ser compartilhado com sua rede.

Uma pesquisa feita numa universidade inglesa concluiu que aqueles com mais conexões – ou seja, com mais “amigos” em sua rede são os mais estressados. Na realidade, dos 200 entrevistados, a maioria informou que não desativa a conta para não se sentir por fora do assunto ou porque na verdade, o site é como uma rede de notícias centrada na pessoa – ou seja, é como se o mundo girasse ao nosso redor. Bom, se todos pensamos assim, que tipo de mundo egocêntrico é este? Olha quem fala, eu adoro a internet e todas as suas movimentações!

Pelo sim, pelo não, continuamos conectados, “curtindo a vida adoidado”, como naquele filme, com todo o estresse, ansiedade e outros sintomas produzidos pelo excesso de informação que somos obrigados a produzir e consumir. E não se preocupe se você entrar em parafuso quando seu computador quebrar, apenas lembre-se, tem tanta coisa acontecendo.

Você pode estar perdendo fotos incríveis de seus amigos olhando o por de sol, ou mostrando uma imagem que viu na rua, ou até mesmo pedindo para que você lute por uma causa que no fundo, no fundo, – não tem muito a ver com você, mas, não se esqueça, como bom internauta, você precisa consertar seu computador o mais rápido possível e depois, olhar tudo isto – e colocar um “curtir”, para que todo mundo fique feliz e continue postando suas atividades minuto a minuto. Se você fizer isto – ignorar estas pequenas manifestações cibernéticas de seus amigos, você será considerado um ET e nem você vai se “curtir” desta forma.

Antigamente diziam que só uma pessoa que fazia grandes coisas, grandes feitos, ficava famosa, virava uma celebridade e aparecia em todo o lugar. Agora, quem aparece em todo lugar, vira uma celebridade, fica famosa. Fazendo grandes coisas ou não. Dá o que pensar, não?

Gladis Costa

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Carta aos Anjinhos de Realengo


The world is really Nice place full of opportunities and nothing can change that. If we want to be treated with respect that’s exactly what we have to show.


Esta mensagem é para os anjinhos que ficaram, não para aqueles que se foram. Infelizmente, penso que aqueles que partiram não podem ler este texto, mas aqueles que ficaram, estarrecidos, traumatizados, assustados, podem. É para vocês que escrevo. Para vocês, seus pais, familiares, amigos e vizinhos.

A gente sempre tenta achar uma causa para as coisas que acontecem no mundo. E normalmente há. Se a gente gasta muito dinheiro com bobagens ou supérfluos, vamos ficar sem, aí vamos ter que economizar, cortar alguma coisa. Se assistimos muita TV à noite, ou ficamos muito tempo no computador conversando com nossos amigos ou jogando, no dia seguinte vamos estar cansados, desconcentrados e o dia vai demorar a passar. A aula será longa, chata e tudo vai ficar muito estressante.

Então, para tudo o que acontece, existe uma causa e efeito, uma ação e reação. Se tomamos muito gelado, se não nos agasalhamos, provavavelmente ficaremos resfriados e por aí vai. Por outro lado, quando nos comportamos, tiramos notas altas, somos respeitosos com nossos pais, parentes e conhecidos, também seremos recompensados, de uma forma ou outra, seja com elogio, um presentinho, nossa comida favorita, um passeio no shopping. A gente colhe o que planta, esta é a verdade.

Mas, nem tudo dá para ser explicado. Explicar porque crianças inocentes morrem é muito complicado. Estudiosos têm várias teorias e cada uma delas têm um pouco de verdade. A maioria delas menciona o “bullying”, uma forma de poder que envolve violência, agressividade entre os estudantes, principalmente vinda dos mais fortes intimidando os mais fracos. É possível. Violência gera violência, mas não justifica. “Bullying” é ruim, não pode!

Porém, se algumas coisas não podem ser racionalmente explicadas, outras podem e devem ser lembradas. O mundo não é assim. O mundo não é gente entrando na escola e atirando em alvos móveis e inocentes, que não tem idéia do que está acontecendo. Embora, aqui e ali a gente ouça histórias de violência nas escolas, na familia, na rua, nem tudo é triste assim. O mundo pode ser um lugar muito legal!

Crianças devem brincar e estudar. E tem gente que leva isto muito a sério. Há profissionais muito competentes que acreditam que o mundo só pode mudar a partir da visão inocente e cheia de esperança das crianças e adolescentes. Tem gente muito preocupada em formar uma sociedade mais justa, mais acolhedora para os pequenos cérebros, que vão afinal, tocar este mundo, fazer as coisas acontecerem.

Ninguém merece ir para a escola, para encontrar seus amigos, estudar, se preparar para ser um ser humano mais esclarecido e melhor e sair correndo, fugindo, ou nem sair mais. A escola não foi feita para isto. Deve ser um segundo lar, onde aprendemos que as pessoas ao nosso redor devem ser respeitadas, sendo iguais ou diferentes. Por que cada uma veio de uma familia e cada familia ensina as coisas de uma forma, mas todas elas no fundo são pessoas como nós, por isto, precisamos ficar atentos com o nosso comportamento.

Entender que a pessoa que não é parecida com a gente, não está errada, ela é só diferente – e justamente por causa disto, tem muita coisa para ensinar. E também por causa disto, tem muita curiosidade em aprender. Então, entre as diferenças deve existir uma coisa comum a todos - o respeito, porque já dizia um provérbio muito antigo: O que seria do amarelo, se todos gostassem do vermelho? Tem gosto e espaço pra tudo! A diferença é rica, é boa! Ainda bem que somos diferentes, porque a diferença nos torna únicos, especiais, humanos.

O mundo é um lugar bacana, cheio de ricas oportunidades. E nada pode mudar isto. E só depende de nós, de como tratamos o próximo. Se desejamos ser tratados com respeito, é exatamente isto que temos que mostrar. E aí, tudo ficará bem.

Assim, do fundo do meu coração, meu desejo é: Paz na terra às crianças de boa vontade! Elas serão os homens e mulheres de amanhã que não deixarão que a violência vença. Mas elas têm que crescer, fortes e saudáveis e só voltar para escola para lembrar de como foram felizes, porque se sentiram amados, de como fizeram amigos, de como se divertiram. Contar histórias de sucesso, piadas e casos engraçados e fazer com que as crianças morram. De tanto rir! Morrer de rir é gostoso! Se você sorrir para seu colega, você pode conquistar um amigo para a vida toda! E amigo é uma coisa preciosa, pra gente tratar com carinho e proteger. Eles fazem uma falta danada!

Gladis Costa

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Coisas que Irritam Mulheres de Negócios


From the lack of repect to gossiping: what bothers a business woman?

Fiz uma enquete com as mulheres do "Grupo de Negócios" do LinkedIn. A pergunta era “O que mais irrita vocês no ambiente de trabalho”? Abaixo, as respostas mais comuns:

•Gente que interrompe uma reunião para pedir ou perguntar algo que poderia aguardar um momento mais adequado. Será que tudo é urgente ou a urgência é nossa e os outros que se danem, estejam com visitas, em reunião com fornecedor, com funcionários ou terminando algum relatório importante. Priorizar o trabalho dos outros é sinal de respeito. Entrar sem bater também não é bem-visto entre as que responderam a pesquisa;
•Pessoas que só apresentam problemas, mas nunca trazem a solução. Lembro que alguém disse brincando claro, que não queria ouvir só a problemática, mas queria também a “solucionática”. Ao apresentar um problema, devemos sempre tentar apresentar possíveis alternativas. Isto agiliza o processo e mostra proatividade, sinaliza que você pensou no assunto, não delegando ao outro a responsabilidade pela solução do problema;
•Pessoas que têm um emprego, mas não um trabalho – Elas têm um lugar onde ir todos os dias, não que tenham necessariamente funções a desempenhar, ou fazem do escritório o local para resolver seus problemas particulares, gastando tempo, recursos e produtividade da empresa em benefício próprio. Principalmente aquele pessoal que está mudando de casa, ou que teve filhos, todos os momentos são gastos em atividades para as quais não são remunerados e que ultrapassam os limites acordados com a empresa para a tal atividade. Há que se usar o bom senso, claro. Mudar de casa, ter um filho, casar, divorciar-se, são eventos importantes, mas o trabalho também. Combinado um prazo com o chefe, é cumprir a agenda e seguir adiante. É o que a empresa espera de todo mundo;
•Assédio moral é um problema seríssimo dentro das empresas. Não basta ter o cargo, é preciso gritar para quem quiser ouvir que o poder está nas mãos e o detentor usa como quiser, deixando claro quem manda ali e criando situações embaraçosas e constrangedoras para quem convive com gente assim que acha que o cargo é como um distintivo de xerife. Um verdadeiro abuso do poder, com ofensas a granel. Um horror, isto independe do sexo do chefe, diga-se de passagem! Infelizmente, mulheres tendem a ser mais emotivas do que homens neste quesito e extravasam de forma mais “marcante” frente aos seus subordinados;
•Falta de comunicação – Reuniões onde grandes temas são discutidos e detalhes são omitidos – no final, são os detalhes que vão fazer toda a diferença e afetar sensivelmente a satisfação do cliente. Aqui é uma lição de casa para os dois lados, a comunicação precisa ser redundante às vezes para que os dois lados garantam que tudo foi plenamente entendido, sem margens de dúvidas e desentendimentos futuros;
•Falta de feedback dos chefes – Você não pergunta, seu chefe não responde e ninguém parece se preocupar como andam as relações – bom, não é só o business que precisa ser gerenciado ou as operações do dia a dia, é preciso checar se os canais estão abertos, livres de ruídos, se alguma coisa precisa ser melhorada (leia-se, dos dois lados). Chefes tendem a ser hiper-ocupados e focados nas necessidades do negócios, não exatamente na carreira dos funcionários. Quem tem que pensar nisto são os próprios. Lembrar o chefe de dar feedback é bom e só traz benefícios. E o feeeback precisa ser para o chefe também, claro, há que se ter jeito para falar, mas ele, como qualquer ser humano, erra e cabe a você apontar áreas de melhoria. A empresa agradece;
•Concorrência desleal parece ser algo que desagrada as mulheres de negócios em níveis muito elevados. Ninguém gosta de ver seu trabalho sendo apresentado por outra pessoa e não ter seus créditos recebidos, mas acontece. Acho que vale uma conversa muito franca com as partes envolvidas e por que não, reivindicando a parte que lhe cabe nos louros. A César o que é de César. Quem sabe seu chefe não sabe que você é a dona daquela idéia fantástica;
•Algo difícil no ambiente corporativo é separar o pessoal do profissional. Politicagem é algo que incomoda muita gente. Protecionismo, misturar amizade com negócios é uma receita certa para criar um clima de tensão e desconfiança dentro da empresa e não é justo. Evidentemente, se a pessoa quer indicar alguém realmente competente, nada impede que isto seja feito e no final das contas, o fato de ser amigo do chefe pode até ser esquecido, mas que ela terá que fazer por merecer, ah, isto vai ter que ser feito mesmo!
•Mulheres de negócio não gostam da “rádio peão”, ou o “telefone sem fio”. Algo que existe desde os primórdios do mundo corporativo ou desde que inventaram o cantinho do café. Pessoas gostam de ouvir, aumentar, fofocar, talvez para mostrar que têm informação ou para mostrar que sabem mais do que outros, mas isto deve ser coibido na medida do possível. Acho que isto é mais uma atitude individual do que do grupo. Quando o assunto começar a cair para “sabem da última?”, discretamente, pegue seu café e se afaste do grupo. Se precisar, use o celular para fazer aquela ligação que planejava fazer mais tarde. Não faça parte da fofoca. Como alguém sabiamente comentou: pessoas inteligentes falam sobre ideias, pessoas comuns falam sobre coisas, pessoas medíocres falam sobre pessoas!

Gladis Costa

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A Eterna Briga entre Usuários e Suporte Técnico


As customers we hope our problems to be considered the most important ones in the whole world. The pressure over our production at work is so intense that even an e-mail that was not sent can turn into a crisis.

Todo mundo que já precisou de um profissional de suporte técnico sabe como isto pode representar uma viagem ao inferno. Como usuários, esperamos que nossos problemas sejam considerados os mais importantes do mundo - a pressão sobre nossa produtividade é tanta que um e-mail não enviado pode se transformar numa crise e, dependendo da nossa ansiedade, ajudar a instalar o caos.

A verdade é que se os dois lados reclamam o tempo todo, o que pode ser feito para melhorar esta relação? É preciso lembrar que quanto mais os negócios se apóiam no uso de TI - tecnologia da informação - ou quanto mais a TI estiver envolvida na gestão da empresa, mais problemas podem aparecer.

Na realidade, o que os usuários querem poderia ser resumido em dois itens apenas: suporte e comunicação. Elem desejam sim, serem atendidos por alguém com conhecimento sobre o produto/serviço, mas também querem alguém que demonstre empatia, habilidade de relacionamento, que compreenda que o sucesso do trabalho vai depender principalmente de quanto suporte ou comunicação deve ser envolvido em cada chamada. Usuários, por exemplo, se irritam com o excesso de jargão técnico. Os profissionais de suporte, envolvidos em seu mundo de “bits e bytes” às vezes esquecem que estes utilizam a tecnologia como um meio para chegar a um fim – o negócio em si. Falar “computês” não facilita a interação.

Por outro lado, os profissionais de suporte reclamam que usuários nunca podem parar nada do que estão fazendo para que eles possam prestar um suporte presencial, aquele prestado na mesa do usuário. Desconhecem que existem métricas e performances sendo avaliadas e o adiamento da tarefa pode representar uma quebra no fluxo de trabalho daquele profissional, comprometendo a performance global do centro de suporte.

Este conflito está longe de ter um final, talvez nunca haja, mas se cada lado fizer sua parte - o melhor possível, procurando entender quais são os limites de cada um, a solução pode estar a caminho. Todos tem direitos e deveres. Se analistas precisam oferecer um excelente nível de serviço, utilizando soft skills, ou seja, habilidades de relacionamento, os usuários devem conhecer o que reza o SLA – acordo de nível de serviço - o conjunto de normas que diz o que cada um deve fazer - e tratar o profissional de suporte com respeito.

No mais, ambos são igualmente estratégicos e importantes para a empresa: usuários preocupados com a produtividade do negócio; suporte, responsável pela saúde e boa performance de TI; e, quem sabe, a paz.

Gladis Costa

terça-feira, 31 de maio de 2011

Como Ter Sucesso no Ambiente Corporativo


How many steps do we have to go through before achieving success?

Pedi para as “super” profissionais do grupo Mulheres de Negócios, a maior comunidade de mulheres de negócios do LinkedIn, que dessem dicas de como obter sucesso na carreira. Como existem várias mulheres em posições de liderança, pensei que poderíamos dar uma colaboração para quem está iniciando a carreira ou mesmo para nós, que estamos na labuta há tantos anos, mas que sabemos que o aprender não ocupa espaço, estamos sempre abertas a novas ideias e comportamentos – e tive a grata satisfação de receber vários inputs, conselhos muito úteis de quem trabalha com a área de coaching, gestão de carreiras, recursos humanos, retenção de talentos ou mesmo de quem teve que descobrir na marra as “melhores práticas” para construir uma carreira de sucesso, se relacionar melhor com os colegas, gerenciar conflitos, enfim, os desafios são iguais, parece que só muda o endereço mesmo, pelo que percebi.

A pergunta é: Quantos passos temos que dar para atingir o sucesso? Será que ele existe mesmo? É um ponto fixo ou uma meta a ser atingida e superada? De toda a forma, os conselhos foram tão bons que o projeto inicial, que era obter 10 dicas, viraram 20, 30…e quem sou eu para “editar” o conhecimento? Assim, publico na íntegra as considerações de algumas “feras” do grupo que gerenciam pessoas, que tem metas a cumprir, trabalham muito, se esforçam para cumprir prazos e tem família esperando em casa – são mulheres multifuncionais, portanto, com toda a capacidade e talento para ensinar o que deve ou não deve ser feito. São conselhos que podem servir de orientação para quem já atua no ambiente corporativo, ou quer entrar nele.

Ana Manssour: Selecionar a equipe, delegar funções e atividades, orientar os subordinados, acompanhar os resultados, dar feedback de acordo com a performance. Compartilhar o conhecimento e o reconhecimento é a maior garantia de aumentar seu índice de empregabilidade!

Cibele Nardi: Saiba o que quer, qual seu objetivo de carreira. Invista no relacionamento social (networking). Quais pessoas são importantes para o seu crescimento? Desenvolva sua inteligência emocional, comece com autoconhecimento.

Claudia Hausner: Desenvolver visão sistêmica da organização: todos devem sentir que fazem parte da empresa. Aqueles que vieram depois devem respeitar os que estavam antes. Equilíbrio entre dar e receber deve ser buscado entre profissional e organização.

Deise Cerqueira: Descubra o que gosta de fazer e faça com amor. Tenha uma equipe excelente, de preferência estruturada e escolhida por você. Incentive o networking e faça alianças…sem alianças é difícil chegarmos ao objetivo final, mesmo tendo foco.

Flavia Carvalho Cruz: Praticar autoconhecimento.Ter um objetivo. Criar um caminho para atingí-lo.

Flavia Vieira: Persistência nas metas definidas. Foco nos objetivos Fazer sempre o melhor e não somente o bom.

Gisele Augusto: Administre o próprio tempo, separando o trabalho da vida pessoal. Nós, mulheres, esquecemos da vida pessoal. Quando surgem problemas pessoais, a vida profissional é afetada.

Gislaine Heitmann: Ter fogo nos olhos e interior para mudar sempre. Não se conformar e amar o sucesso como a ti mesmo.

Graça Bernardes: Estabeleça metas realizáveis para sempre obter sucessos. Escutar ativamente é despir-se de qualquer julgamento ou preconceito para respeitar o outro. Lênia Luz: Faça uso da empatia: Veja a situação com os “olhos do outro”. Antes de tomar uma decisão, procure ver como ela afetará o restante de sua equipe, as relações com o mercado, fornecedores e parceiros. Pratique a “escutatória” : Fale menos e escute e faça mais. Um exemplo vale mais do que mil palavras.

Lucia Chyczy: Cada pessoa é uma marca e para conquistar e manter o sucesso seja autêntica sempre. Sempre faça o que é certo: isso agradará a algumas pessoas e supreenderá outras. No seu dia a dia, seja simples. A simplicidade dá as pessoas a certeza e é com a certeza que elas conseguem lidar. No seu relacionamento, acentue sempre o que é positivo.

Rachel Toyama: Definir metas é muito importante mas saber qual a relevância pessoal de atingí-las é muito mais. É daí que tiramos forças para atingir a meta a qualquer custo.

Raissa Kahn: No pain, no gain! Ser humilde acima de tudo! Nunca perder a indignação (não se conformar com as coisas tomando cursos errados, sempre questionar, buscar melhorias e lutar por elas).

Rejane Santos: Seja um poliglota corporativo – há muitas pessoas que não sabem se comunicar com os diversos níveis da empresa ou se perdem na escalada. Se você deseja ser um líder de sucesso, ouça, compartilhe e comunique em todos os níveis.

Teresa Fonseca T: Descobrir exatamente do que gostamos, quais são as nossas aptidões. Focar e planejar o que se quer obter, como e quando (se possível). Trabalhar com cenários de períodos de nossa vida, não esquecendo que o tempo desgasta nosso valor mesmo que ele continue sempre evoluindo. Agir com ética, respeito e empatia em todos os níveis. O aprendizado se dá todos os dias e ter humildade para reconhecer quando se erra. Delegar, dividir, ensinar, ouvir, trabalhar em equipe, premiar conquistas e principalmente elogiar quem fez tudo isso com você. Perseguir o sucesso e a felicidade, pois um não existe sem o outro.

Boa sorte em sua jornada corporativa!

Gladis Costa

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Marketing de Relacionamento Como encantar e fidelizar seu cliente. Para sempre.


If you frequently go to a store and you are always asked the same questions, something is wrong.

O que há em comum entre a padaria do seu bairro e o balcão do bar do seriado "Cheers"? Ok, nem todo mundo vai lembrar deste seriado, mas foi muito popular na década de 80. Era um local muito agradável onde os fregueses passavam horas papeando, era um lugar “descolado”, como dizem.
Pense em um bar ou restaurante que você frequenta. O que há em comum com este bar e a padaria da esquina, do qual você também é frequentador assíduo? Clientes sendo bem atendidos. Estamos falando de ações que agradam o cliente, frequentador, usuário, freguês... - pode escolher o nome. Porque o relacionamento com cliente não é uma coisa nova, mas o conceito de atendimento personalizado é antigo e é aplicado há muito tempo na padaria do seu bairro ou no bar que você frequenta... ou não?
Frequento uma padaria no bairro onde moro onde meu café com leite (escuro) e meu pão (na chapa com pouca manteiga) vem à mesa sem que eu precise pedir. É só entrar, dizer "bom dia" e o serviço tem início. Muito prático e bastante cômodo. Todo mundo gosta de um lugar onde as pessoas nos conheçam.
Se você frequenta uma loja, site, livraria ou utiliza constantemente os serviços da mesma companhia aérea e sempre te perguntam as mesmas coisas, há algo errado. Significa que seus dados estão lá apenas para atender a questões administrativas ou para efeito de estatísticas.
Até pouco tempo atrás, informações quantitativas eram os índices mais importantes do
negócio: Quantos compraram? Quantos deixaram de comprar? Quantos pagaram? etc. Agora, as questões são outras: Quem comprou? O que ele comprou? Do que ele precisa? Como podemos desenvolver produtos atraentes para este consumidor? Por que ele entrou no site? Em que ponto ele abandonou o carrinho de compras? Por que ele abandonou o carrinho de compras? Seria o preço do frete? Ou o prazo de entrega? Questões mais pertinentes, mais ligadas à percepção individual do consumidor.
O fato é que as empresas perceberam que é preciso personalizar o atendimento - principalmente no ambiente Web - e aí a tecnologia vem para dar suporte a esta necessidade. Regis McKenna, renomada autoridade nos conceitos do novo marketing, lembra que é preciso "desmassificar os mercados, fragmentar o público e aumentar a individualidade" - ou seja, estamos falando da efetiva administração do relacionamento com o consumidor, que forma sua percepção com base no acesso, na experiência interativa, na resposta do sistema e contando com uma interface acessível e inteligente.
Como diria o próprio McKenna, "a verdade é que quando os consumidores experimentam a conveniência e a velocidade do auto-serviço, não querem outra coisa". O que você está oferecendo para seu cliente que faça com que ele se sinta bem-vindo, sempre?

Gladis Costa

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Como conquistar clientes para a vida toda?


Researches state that attracting a new client is more expensive than keeping an old one

Centenas de pesquisas de marketing apontam que é mais caro conquistar um novo cliente do que reter um já existente. Mais do que qualquer outro, o principal motivo de uma empresa perder clientes é o mal atendimento percebido por eles quando precisam de algum serviço. Estudos internacionais mostram como as organizações perdem clientes: 65% por indiferença dos atendentes; 14% por reclamações não atendidas; 10% por vantagens oferecidas pela concorrência; 5% por mudanças de endereço ou perda de referências; e 5% por relações comerciais.
Então, pergunto: "Por que existem tantas campanhas para conquistar novos clientes, novos usuários, e para os velhos, nada?" Digo isto porque o que vejo de anúncios para captação de novos consumidores é algo fantástico: o quanto se gasta para conquistá-los daria para fazer um belo trabalho de retenção com os que já estão “na casa”, aqueles que já compraram o produto e podem estar insatisfeitos.
Mas, afinal, o que o cliente espera? Se for um usuário buscando suporte técnico de alguma empresa, o que ele mais quer é o básico: suporte e comunicação. Suporte significa falar com alguém que entenda do assunto, que realmente saiba do que está falando, conheça bem o produto, o aplicativo, enfim, que possa resolver tecnicamente o problema. Mas isto é tudo? Não. Ele quer mais, quer comunicação. E aí os técnicos com PHD em bits e bytes hão de me desculpar, mas só conhecimento técnico não resolve. O usuário precisa de alguém que “interprete” seu pedido porque, às vezes, nem isto ele sabe ou consegue fazer. Tecnologia para ele é um bicho de sete cabeças ou mais: apenas uma interface entre ele e seu “business”.
Além de as empresas venderem mundos e fundos e nem sempre a coisa funcionar a contento, existe também a possibilidade de um dispositivo ou outro simplesmente não funcionar. Então toda aquela estratégia comercial vai por água abaixo, porque é nesta hora que você vê como a empresa está (des)preparada para atender o cliente que acabou de comprar o produto. O consumidor tem a sensação de estar falando com outra companhia, não mais aquela representada pelo tão solícito e prestativo representante que acabou de lhe passar um tremendo “abacaxi”.
Queremos que o profissional tenha empatia, se coloque em nosso lugar e veja o problema a partir da nossa perspectiva. É vital que ele capte nossa ansiedade, isole este desespero do real problema e então resolva, com agilidade, consistência e, acima de tudo, consideração pelo tempo e dinheiro gasto pelo usuário. Aí sim, teremos verdadeiramente um serviço classe A!
E tem mais. Um usuário satisfeito comenta esse fato com cinco pessoas. Um insatisfeito reclama com 20. E, com certeza, alguns entre estes 20 não são clientes e talvez nunca venham a ser, com campanha de marketing ou não! Porque marketing boca-a-boca é uma ferramenta muito poderosa. Tão poderosa que quem faz parte desta comunidade é considerado um evangelizador. Ele motiva as pessoas e recomenda produtos. Mas atenção: do mesmo jeito que são evangelizadores, podem ser críticos ferozes. Em suma, é preciso tratar todos os clientes - novos e antigos - igualmente, com respeito, atenção e qualidade. E aí, estes viram fãs pra toda a vida. Ele venderá seu produto por você. E o melhor de tudo, de graça!

Gladis Costa

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dormindo com o inimigo

Wouldn’t it be easier if you’d just wake up everyday shouting out loud “Good morning”? By the end of the day, if you couldn't make it, at least you'd have tried.

Fernanda, uma amiga, queixou-se esta semana de seu excesso de auto crítica. Disse que se sentia, naquele momento, como sua pior carrasca. "Meu auto-retrato é branco e preto, sem cores", reclamou. Por que a gente faz isto? Há tantas pessoas que nos criticam. Por que, se no passado cometemos alguns erros, ainda hoje somos obrigadas a conviver com parentes que secretamente nos criticam, mães que repudiam nosso comportamento e não respeitam nossas atitudes, que nos acham tão “'diferentes” delas? Ai que chato.
Arrepender-se por um ato errado, uma atitude impensada é saudável. Nossos erros e acertos nos tornam melhores, nos amadurecem. Agora, manter a luz vermelha permanentemente acesa por causa disto é auto flagelo. O pior é que não se vive a culpa por alguns momentos apenas, ela parece ser eterna, duradoura, pérfida, maligna, venenosa, uma cobrinha criada em nosso próprio quintal. E a culpa não age sozinha, traz junto o medo, a insegurança, a baixa estima, traz em seu bojo a palavra NÃO, em sua forma mais ácida e corrosiva.
É como uma âncora lançada ao mar que drena nossa energia e impede nosso navio de partir. Talvez venha daí nossa sensação de estresse constante. Quantas coisas fazemos ao longo do dia? Se você parar e questionar (muito) tudo que fez ou deixou de fazer: “Será que foi a melhor coisa que eu fiz? “Deveria mesmo ter ligado?” “Deveria mesmo ter ido àquela festa?” “Por que comecei aquele assunto?”.
Haja energia!
Será que não seria mais fácil, por exemplo, ao levantarmos, dizer em alto e bom tom: “Bom dia, Deus. Bom dia, dia! Hoje vou caprichar, tentar fazer o melhor possível e acima de tudo, ser uma pessoa melhor”. Pronto. Somente isto, nosso pequeno e poderoso mantra. E ao final do dia, pensar que se você não chegou lá, pelo menos tentou. E isto é o que deveria ser guardado para a história. Porque afinal, é fácil criticar uma atitude que você tomou no passado, com os olhos de hoje, com a sabedoria de hoje.
Não vale, não é justo, o contexto é outro, você é outra. Não verta uma lágrima por este motivo. Apenas dê um sorriso e diga para aquela pessoa que mora dentro de você. “Querida, eu tentei, juro. Foi o melhor que pude fazer. E além do mais, no fundo era o que eu queria mesmo fazer”. E não se fala mais nisso!
Outra coisa: só se vive uma vez. A vida passa muito rápido. Olhe só, pense no momento que você começou a ler este texto. Agora isto já faz parte do passado, já era. Precisamos usar o nosso tempo hoje, escasso e precioso tempo, para desenhar nosso auto-retrato em cores vivas, alegres, radiantes.
Vamos lá, você já foi assim, lembra? Vamos guardar em nosso álbum somente as melhores recordações. Alguém disse com muita propriedade que “nunca é tarde para se ter uma infância feliz”. A vida é curta. Curta!

Gladis Costa

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Wall Street Institute patrocina ciclo de palestras na Livraria Cultura (I)

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Wall Street Institute em parceria com a Livraria Cultura, promoveu um ciclo de palestras voltadas para as mulheres de negócios no mês de março. Apesar do trânsito de fim de tarde que assolou São Paulo, todas as palestras contaram com a participação de mulheres que entendem muito bem do assunto e além.

O primeiro dos quatro encontros que aconteceu no dia 22 contou com a presença de Gladis Costa, fundadora do Grupo Mulheres de Negócios, maior grupo da rede LinkedIn, que conta hoje com mais de 2000 membros, entre homens e mulheres, como moderadora do um Talk Show “Mulheres em Revista”. Descontraído desde o início, o talk show ainda contou com a presença de Carol Olival, diretora pedagógica do de quatro centros Wall Street Institute, e Anna Manssour, diretora executiva do Plena Mulher, um portal de conteúdo voltado para a mulher madura. Em meio a risadas, as convidadas ficaram à vontade para conversar sobre carreira, networking e as diversidades que existem entre homens e mulheres no ambiente corporativo.

Veja um resumo do encontro no vídeo abaixo ou clique aqui para ver as fotos do dia.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Onde estão os empregos?


Hirings happen acoording to the company's necessity: there's a project and then new employees are hired.

Meus alunos na Faculdade estão preocupados porque não encontram sequer vagas de estagiários. “professora, se não há vagas para quem está estudando, imagine então quando nos formamos. Como vai ser?", costumam perguntar.
Realmente, o emprego como se via antes, deixou de existir. O problema tem dois aspectos. primeiro, as empresas não estão mais contratando para aquele emprego “formal”, regido pelas leis da CLT de antigamente. Ou seja, as contratações acontecerão em função das necessidades: existe um projeto e aí, sim, os funcionários serão contratados em função de uma necessidade específica e pontual - por um período definido. Começo-meio-fim, só isto.
Outro aspecto é o fato das empresas estarem terceirizando o que dá para terceirizar. As revistas de negócios chamam este processo de “outsourcing”. Funciona assim, toda a empresa tem um “core business” sua atividade principal, foco de sua atuação, o que não é “core”, pode ser terceirizado. por exemplo, o core business da Universidade é prover aos alunos conteúdo em suas áreas de formação. Lanchonete, segurança, limpeza são serviços terceirizados. Assim, fica mais fácil gerenciar o trabalho, porque existe um ponto focal responsável por cada atividade e a escola pode continuar gerenciando seus negócios de uma forma profissional e estruturada. Fazendo bem o que ela sabe e deixando para empresas especializadas o que não é seu negócio principal. Faz sentido!
Por isto, o mercado de trabalho talvez esteja hoje voltado para serviços e é nesses parceiros de negócios que existirão os empregos. E nessa linha, Entram todos os tipos de consultoria ou prestação de serviços: RH, Marketing, Tecnologia, Vendas, Finanças e por aí vai. Então quando meus alunos perguntam onde estão os empregos, eu devolvo a questão: “Qual é o seu core business?” O que você faz que o torna diferente e melhor do que os outros?” “Quanto você entende do seu negócio?” porque se as respostas forem “não sei”, não haverá emprego. A carreira começa nos bancos da universidade. Como o estudante vai gerenciar sua vida acadêmica demonstra um pouco como vai gerenciar sua carreira depois de formado. Todo mundo sabe por exemplo que um segundo ou terceiro idioma nem é diferencial, é uma obrigação, tem que fazer parte do DNA, porque todo mundo tem, por exemplo e outros cursos de especialização, certificações em sua área de atuação que realmente agreguem valor em seu curriculum.
Aí entra o conceito de empregabilidade, ou seja, o conjunto de conhecimentos, habilidades e comportamentos que tornam um executivo/profissional importante não apenas para sua organização, mas para toda e qualquer empresa; são características que transcendem à organização, pois atendem às necessidades do mercado de executivos/profissionais como um todo. É o que nos torna o candidato ideal.
Para o estudante pode até ser um assunto um pouco prematuro, mas não estamos construindo nosso futuro hoje, agora?

Gladis Costa

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Tempo de plantar, tempo de colher


Although there are theories that we must be lifelong learners, we all have a limit - a time to reflect and reassess our knowledge.

Eu e Laura somos amigas há mais de 10 anos. Nós nos conhecemos na PUC. No início, parecíamos pessoas muito diferentes. Durante o curso, partilhamos idéias, estudamos juntas, discutimos nossos pontos de vista e, ao final do curso, já me sentia honrada por ter a Laura como amiga.

Há alguns meses, reencontrei Laura. Oferecí-lhe uma carona. Falamos sobre pessoas, vida, um pouco de tudo. Mas o que me marcou foi uma história que ela contou sobre dois ursinhos de pelúcia:

Quando iniciou seus estudos, aos seis anos, ganhou da mãe o Janjão, um ursinho muito bonitinho. O urso acompanhou as mudanças constantes da família e sobreviveu, anos mais tarde, às travessuras de seus próprios filhos.

Pois bem, ano passado Laura esteve na Califórnia, fazendo um módulo de sua especialização. Fazendo um tour pelas lojinhas, olhava distraidamente as vitrines, quando se deparou com um ursinho muito semelhante àquele que ganhara anos atrás. Ela me conta: “Fiquei imobilizada, não parava de olhar o urso, não entendia como um bichinho de pelúcia me chamava tanto a atenção”. Depois de um almoço rápido, voltou à loja e comprou o tal ursinho.

Retornando ao Brasil, ao desfazer as malas, lá estava ele, o novo Janjão, todo amassado em meio a roupas e pacotes. Ao vê-lo, Laura percebeu imediatamente o motivo da reação que o ursinho lhe causara. “É isto! Estou fechando um ciclo, estou me 'formando', finalmente. Ganhei um urso quando comecei a estudar e tenho outro agora, tantos anos depois. É o fim de minha era de aprendizado. Viva!”
Laura percebera que desejava agora apenas ensinar, transmitir conhecimento, compartilhar experiências. Percebeu porque escrever seu primeiro livro infantil lhe trouxe tanto prazer, algo tão especial e tão cheio de significado. A necessidade de colocar no papel sua visão sobre o mundo, vida, pessoas e natureza foi o divisor de águas entre aprender e ensinar.

Embora existam teorias de que devamos ser alunos toda a vida, todos temos um limite, um momento para refletir e reavaliar nosso conhecimento. Laura percebeu isto também. “Cheguei à conclusão de que o ciclo está se fechando, ou se completando e que um processo está sendo concluído. Não é o fim, mas o início de outra fase, apenas isto!”, me conta, toda emocionada.

Também me pergunto se não há projetos ou ciclos que deveriam ser finalizados. Será que não deveríamos parar e reavaliar o quanto estamos colocando de energia em coisas que não deveriam mais tomar nosso tempo?

Enquanto Laura me explicava porque queria dar uma pausa, vi, não uma pessoa cansada, mas alguém com muito fôlego, redirecionando sua energia para desenvolver projetos legais e gratificantes.

Imaginei um navio na linha do horizonte, aparentemente imóvel, mas se você ficar olhando, vai perceber uma manobra leve e suave e algum tempo depois, lá estará ele, completamente virado do lado oposto, bem longe… Mudar o rumo não é uma necessidade, nem falha, mas uma estratégia para você ir atrás do que realmente quer. E isto faz toda a diferença!

Gladis Costa

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Lar, doce lar

Her friends envy her, because she has a career. Comes and goes whenever she wants. They just forget the fact that she is the breadwinner, with all the responsibilities that the role requires.

Valéria trabalha numa multinacional. Uma vida louca. Ela gostaria de fazer um curso de meditação, relaxamento, estas coisas mais zen, mas nunca tem tempo. Não consegue deixar de sentir uma pontinha de inveja das amigas que têm filhos e maridos. Talvez no fundo quisesse ser como elas, mas as coisas foram acontecendo e acabou optando por uma carreira onde filhos seriam um elemento complicador. Ela sente falta de alguém com quem conversar ao voltar para casa, esta é a verdade.

As amigas a invejam porque ela tem uma carreira. É dona de seu nariz. Entra e sai quando quer. Só esquecem o fato de que ela é a chefe da casa, com todas as responsabilidades que a função exige: uma só fonte de renda para assumir todas as despesas para manter a casa funcionando. Acham que Valéria leva uma vida divertida, pois quando não se tem filhos, a vida é cheia de aventuras. As amigas sempre sonharam em ter uma vida selvagem, descobriram isto tendo filhos, mas não era exatamente o que tinham em mente.

É um sábado à tarde. Valéria e as amigas estão em sua cozinha conversando. Ela lhes serve um café e comenta, resignada, que estará viajando nos próximos dias. Elas querem saber dos executivos charmosos que ela encontra nestas viagens. Valeria dá um sorriso amarelo, assim como ela, estes profissionais estão a serviço de uma empresa que mede o valor do executivo em função de sua produtividade. Ela comenta que sim, verá vários homens durante a viagem, mas eles correm muito, e como ela, não estão
prestando atenção nas coisas que acontecem ao redor. Não dá tempo.

Curiosas, querem saber se ela já conheceu alguém, assim, de uma forma mais pessoal, não apenas um encontro casual, mas algo que continuou após o vôo. Ela sorri, lembrando de um ou outro rosto com quem ela desejaria de fato ter tido algo mais, mas assim como ela, eles também decidiram que a carreira é a coisa mais importante naquele momento - no fundo concordam que uma casa com crianças, cachorro latindo e um jardim na frente da casa são itens que eles não podem ter, talvez jamais tenham. E aqueles e aquelas que têm, culpam-se pela ausência do lar e distanciamento dos filhos, que praticamente nem viram crescer.

Enquanto as amigas comentam emocionadas que isto sim é uma vida interessante, ela só consegue pensar que o que mais gostaria de fazer seria levar as crianças para cursos de inglês, ballet, judô, preparar o almoço à tarde, bater um bolinho para o lanche, sorrir cada vez que a criança inventa algo diferente, ficar orgulhosa pelas boas notas do filho e mais do que nunca, perceber que o importante mesmo na vida é plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro.

Ou pelo menos ter um filho, torcer para que ele seja um escritor e esperar que seu neto goste de plantas. Aí sim, o ciclo terá se completado.

Gladis Costa

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Dicas para entrar na empresa com o pé direito

Know your new boss' style before saying "yes".

Pois é, você começou uma nova fase na sua carreira: nova empresa, novos colegas, novo chefe! Passar por todas as entrevistas necessárias e ser chamado para ocupar um cargo pode ser uma ótima notícia, mas o que acontece quando você percebe que o trabalho é tudo o que você queria na vida, já seu futuro chefe, nem tanto...

Um exemplo interessante é o trazido por JP. Ele está enfrentando uma situação muito complicada em seu emprego. Ele conta:

“Trabalho numa empresa pequena. Das oito posições, seis são novos funcionários, com menos de seis meses de casa. Cinco destas posições foram abertas porque os funcionários saíram da empresa.

Nos primeiros meses, fomos bem tratados pela nossa gerente. Depois disso, ela resolveu mostrar sua real personalidade. Sempre questiona nossas decisões e quer tudo do jeito dela, o que significa que será o "jeito certo" de fazer as coisas. Se você for pego conversando com outra pessoa no escritório, ela vai lançar seu olhar ameaçador, ela tenta nos manter o máximo possível isolados uns dos outros, acho que ela não gosta muito de comunicação.

Se faço alguma coisa errada, ela não vai me chamar a atenção, vai comentar o fato com outra pessoa no escritório. Ela já teve 13 assistentes até ficar com esta equipe que tem hoje. Os funcionários que saíram da empresa comentaram que fizeram isto em função da maneira como ela os tratava e também porque ela tinha expectativas inatingíveis em relação a eles.
Agora, cinco de nós estão em busca de novos empregos. Pergunto: Há algo que possa ser feito ou temos mesmo que sair? Será que existe um jeito de descobrir qual é a política de uma empresa antes de começarmos a trabalhar? O que podemos perguntar durante as entrevistas para descobrir isto? É comum falar com os funcionários da empresa antes de batermos o martelo?"

Minha sugestão: Caro JP, durante as entrevistas é aceitável sim pedir para o recrutador descrever o tipo de gerência adotado pela empresa. Também é justo perguntar se as pessoas ficam bastante tempo na empresa. Ou ainda perguntar por que eles não contratam alguém da própria empresa para o cargo, o que aconteceu com a pessoa que ocupava esta posição ou por que eles saíram? Naturalmente, tudo deve ser feito de forma sutil e agradável.

Um bom gerente não deve se sentir ameaçado por alguém querer conversar com os funcionários ou colegas de trabalho da nova empresa. Se você é o finalista para a vaga, você pode até dizer "Nós dois temos muito a perder se eu não for o candidato adequado. Agora, para eu poder tomar uma decisão ponderada, posso conversar com as pessoas com as quais vou interagir, assim podemos avaliar se sou uma boa aquisição para a empresa ou não”.

Não é muito comum, mas se você perceber que isto precisa ser feito, vá em frente. Se o gerente olhar você com desconfiança ou se você perceber uma atitude defensiva, é melhor pensar duas vezes.

Gladis Costa

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Por que criar uma rede de "Mulheres de Negócios"?

In March 2009 I created a small group at LinkedIn in order to discuss corporate world issues. I would never imagine how successfull it would be!

O objetivo desta iniciativa era discutir temas como Gestão de Carreiras, Inteligência Emocional, Responsabilidade Social, enfim, assuntos que nos envolvem todos os dias, o dia todo. Fui convidando as amigas mais próximas, principalmente aquelas com quem interagia diariamente no trabalho, em empresas parceiras, fornecedores, enfim, meu círculo profissional. Um ano depois, somos mais de 750 mulheres que se comunicam, interagem, num ciclo dinâmico e consistente de informações e encontros no mundo real.

O motivo deste crescimento só pode ser um: embora a informação exista em qualquer lugar, as pessoas precisam de um “ponto de encontro”, um local onde suas opiniões sejam ouvidas. Elas querem compartilhar conhecimento. E todo mundo sai ganhando! Como? Porque todo mundo tem algo a agregar: conhecimento, informação, uma experiência.

Eu vejo as pessoas como computadores. Não pelo lado frio e lógico da coisa, mas no sentido da comunicação. Se eles não estiverem conectados à internet, qual o valor deste equipamento? Nenhum, ele não distribui informação, é um “ser” estático, isolado. Não faz parte de uma rede, é uma ilha. Quando as pessoas se conectam, as coisas começam a fluir.

E é fantástica a forma como as pessoas se comunicam no mundo virtual. Porque se algumas são tímidas, não gostam de falar em público, no mundo virtual elas mostram uma outra “persona”, são falantes, dinâmicas, opinam. De todo modo, seja no mundo real
ou virtual, a informação deve ser capturada, processada e reutilizada. Isto se chama Gestão do Conhecimento e atribuo a isto o mesmo valor que a internet trouxe ao mundo dos negócios e à multiplicação da informação em geral.

Um exemplo do uso da Gestão do Conhecimento e de seus benefícios: muitas empresas acabam pecando quando não utilizam os valiosos inputs que seus clientes, funcionários, fornecedores, poderiam dar, se tivessem um espaço para expressar suas opiniões a respeito de um produto ou serviço. Bom, é claro que algumas até tem, porque isto é “moderno, legal”, mas não processam, não levam em consideração uma contribuição tão rica. Quando o cliente gosta da empresa, ele fala, ele se pronuncia, porque ele quer ver melhoria no serviço que ele utiliza.

Pelo sim, pelo não, minha pequena rede hoje já tem mais de 700 mulheres, maravilhosas, dinâmicas, inteligentes que não hesitam em colocar à disposição do grupo tudo o que tem de mais precioso: seu conhecimento.

Acabamos de realizar o 5º Encontro e a energia, a vontade de partilhar o conhecimento só aumenta. De cada encontro saimos diferentes, melhores. Queremos produzir coisas, criar conteúdos, mudar tudo, melhorar o mundo. Objetivo ousado, mas não impossível, porque somos muitas.

Assim, fica mais fácil, não é?

Gladis Costa

Encontro com escritora portuguesa Margarida Rebelo Pinto


Na última quinta-feira, dia 23 de dezembro, o WSI Chacara Santo Antonio foi cenário de um encontro muito especial. A escritora Margarida Rebelo Pinto, sucesso total em Portugal com seus romances femininos, esteve no centro Wall Street Institute para um bate papo informal com as mulheres do grupo Mulheres de Negócios, formado no LinkedIn e pioneiro em gerar networking através da liderança de sua fundadora, Gladis Costa. Presença importante no evento também foi a de Ana Manssour, responsável pelo portal Plena Mulher, que fez a cobertura jornalistica do evento.

O encontro durou quase duas horas, e era evidente o interesse e a animação das participantes. Margarida, com seus comentários sobre a natureza humana e as diferenças entre o comportamento dos homens e das mulheres, liderou a conversa e gerou polêmica com pensamentos tais como "Uma mulher sozinha faz um lar, um homem sozinho faz um bar" e suas divertidas observações sobre os problemas da existências feminina, que habitam muito mais o imaginário das mulheres do que propriamente suas vidas reais.

Ao final do evento todas as participantes foram surpreendidadas com exemplares dos livros publicados por Margarida Rebelo Pinto no Brasil e ficou no ar a promessa de um próximo encontro, dessa vez infelizmente sem a ilustre presença da autora, mas para que as participantes do grupo possam trocar impressões sobre o primeiro livro de Margarida, entitulado "Sei lá".

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Sucesso como empreendedor

Não é difícil ter sucesso como empreendedor, mas é preciso cuidar de aspectos muito importantes. Gladis Costas, fundadora do grupo Mulheres de Negócios, no LinkedIn, vai tratar desse tema em sua palestra sobre “intra-empreendedorismo”, no próximo dia 18/11. Veja no vídeo abaixo os cuidados que ela recomenda a quem quer empreender e agenda sua participação na palestra de Gladis, que vai ser em inglês. Uma ótima oportunidade de melhorar seu inglês e aprender coisas novas.

O que é intra-empreendedorismo?

Muitos acreditam que o empreendedor é aquele que abre seu próprio negócio. No entanto, Gladis Costa, fundadora do grupo Mulheres de Negócios, no LinkedIn, vai falar sobre o “intra-empreendedorismo”, ou seja, quando pessoas com o perfil empreendedor atuam e se desenvolvem dentro das organizações onde trabalham. “Hoje em dia as empresas buscam e precisam dos intra-empreendedores, pois eles ajudam a melhorar o negócio”, exlica Gladis, que também participa do Seminário de Empreendedorismo, fazendo sua palestra no dia 18/11. Veja no vídeo abaixo uma entrevista com Gladis sobre o tema. E não se esqueça de reservar sua participação.

Empreender não é hobby

São Paulo – O caminho para o fracasso ao abrir um negócio próprio é acreditar que podemos ter sucesso em um negócio que também nos dá prazer. Um exemplo dessa visão é quando executivos que gostam de vinhos decidem abrir uma loja de vinhos, acreditando que o fato de gostar do produto garante o sucesso do empreendimento. Segundo Carlos Henrique de Toledo Jr., professor e fundador do Empório Del Mundo, uma importadora de vinhos e alimentos com uma loja no Campo Belo, o empreendedor brasileiro que atua no segmento de importação e exportação enfrenta enormes desafios para sobreviver, algo que só pode ser conseguido com dedicação integral:
“Conheço muitos executivos que decidiram dedicar algum tempo extra a um negócio de vinhos e praticamente todos fracassaram. Um negócio como esse exige dedicação integral e um bom conhecimento de inglês, pois implica em transações internacionais e acesso a informações quase todas publicadas em inglês ou espanhol”, explica Toledo, que fala sobre as dificuldades enfrentadas pelo empreendedor brasileiro em palestra no dia 17 de novembro no Seminário de Empreendedorismo promovido pelo Wall Street Institute, uma escola global de inglês com unidades no Brasil.
Seminário em inglês – Para reforçar a importância do inglês em um cenário econômico cada vez mais globalizado, as palestras do Seminário de Empreendedorismo serão ministradas em inglês. Além de Toledo, participam do seminário a psicanalista Débora Andrade, que vai tratar dos aspectos psíquicos do empreendedor (16/11); e Gladis Costa, criadora do grupo Mulheres de Negócios, no LinkedIn, que vai falar da importância dos “intra-empreendedores” para as organizações (18/11).
Segundo Carol Olival Trovó, Diretora Pedagógica do Wall Street Institute, a pessoa não precisa ter conhecimentos de inglês muito profundos, pois as palestras são bem didáticas:
“Além disso, os encontros possibilitam um bom networking, contato com pessoas que já empreendem e muita troca de experiência”, assinala.
As inscrições para o Seminário de Empreendedorismo em Inglês promovido pelo Wall Street Institute são gratuitas e as vagas são limitadas. Para se inscrever, acesse: www.wsischool.com.br/inscricao
Mais informações
Marisa Bravo
e-Press Comunicação
11 2619 1720

As empresas buscam intra-empreendedores

São Paulo – O que o Google e a Apple têm em comum? A capacidade de atrair “intra-empreendedores”, profissionais que atuam como empreendedores, inovadores e criadores mesmo na condição de empregados em uma organização. No próximo dia 18 de novembro, Gladis Costa, fundadora do grupo Mulheres de Negócios, no LinkedIn, vai falar sobre a importância dos “intra-empreendedores” em palestra que acontece no Seminário de Empreendedorismo promovido pela Wall Street Institute entre os dias 16 e 18 de novembro, com entrada gratuita.
“Os intra-empreendedores estão sendo cada vez mais requisitados pelas empresas, pois eles têm a habilidade de inovar, criar soluções, compreender tendências e, em última hipótese, reposicionar completamente o negócio de uma empresa. Mais do que isso, são profissionais que, em situação de emergência, encontram facilmente outra posição ou, ainda, podem empreender um negócio próprio, tornando mais independente a relação empresa-empregado”, explica Costa.
Seminário em inglês – Para reforçar a importância do inglês em um cenário econômico cada vez mais globalizado, as palestras do Seminário de Empreendedorismo serão ministradas em inglês. Além de Gladis Costa, participam do seminário a psicanalista Débora Andrade, que vai tratar dos aspectos psíquicos do empreendedor (16/11); e o empresário Carlos Henrique de Toledo Jr., que lista as dificuldades enfrentadas pelos empreendedores no Brasil e como contorná-las (17/11).
Segundo Carol Olival Trovó, Diretora Pedagógica do Wall Street Institute, a pessoa não precisa ter conhecimentos de inglês muito profundos, pois as palestras são bem didáticas:
“Além disso, os encontros possibilitam um bom networking, contato com pessoas que já empreendem e muita troca de experiência”, assinala.
As inscrições para o Seminário de Empreendedorismo em Inglês promovido pelo Wall Street Institute são gratuitas e as vagas são limitadas. Para se inscrever, acesse: www.wsischool.com.br/inscricao
Mais informações
Marisa Bravo
e-Press Comunicação
11 2619 1720